
imagem em dadams
"Empty souls will leave their homes
To find a place where they're alone"
...
É assim que começa o música, "Empty Souls", do último álbum, "Lifeblood" dos Manic Street Preachers.
Tenho ouvido estes dias este álbum, editado em 2004, que conta com os Manic no seu melhor. As músicas e as letras são sonantes, ficam no ouvido e são de qualidade e sonoridade típica dos Manic. Aproveito ainda para referir que os mesmos aparecem na wikipedia em versão inglesa. É contudo impossível falar do grupo e não fazer de imediato uma viagem ao passado e relembrar a música, "Motorcycle Emptiness", do álbum, "Generation Terrorists", de 1992, que tanto me acompanhou e que tanto cantarolei, mesmo sem perceber que o que ele dizia era:
"Under neon loneliness motorcycle emptiness".

imagem em rol
É verdade, os Coldplay vêm a Portugal no próximo dia 23 de Novembro. O concerto, integrado na digressão Twisted Logic Tour, será no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, e terá inícia às 21h. Os bilhetes já estão à venda no site ticketline e calculo que se inicie uma corrida aos bilhetes, afinal os Coldplay já venderam 2 milhões de cópias do seu último álbum X&Y.
Agora que já sei os preços é só escolher e comprar. Sendo o concerto a uma 4.ª feira o melhor é mesmo meter o dia a seguir de férias.

imagem de apocalyptica
Ouvi o novo álbum dos Apocalyptica, edição especial, editado em Janeiro deste ano, e mais uma vez considerei-o excelente. Palavras para quê? Tenho pena é que eles, na tour que vão fazer não passem por Portugal, pois seria um concerto fantástico.

imagem em dcddiscs
Parece que os Dead can Dance, andaram por aí a fazer uma tornée europeia, nos meses de Março e Abril (vão continuar pela América, nos meses de Setembro e Outubro), e agora dediciram lançar uma box, com os dvd referentes a todos os concertos. Eis um belo objecto de colecção.
Os Sigur Rós apresentaram, em Roma o seu mais recente álbum, Takk ("Obrigado", é a tradução directa do título, que será editado em Setembro. Quem esteve lá diz que foi um concerto fantástico, coisa que não dúvido. Ao que parece eles não passam mais cedo em Portugal porque não foi possível agendar datas seguidas nos coliseus de Lisboa e Porto, ficando assim adiado para Novembro. Mas fazendo crer pelo que é veiculado pelo site123som, e pelo site oficial da banda já se sabe a data em que estarão em Portugal.
Segundo Nuno Galopin, no Dn de sexta-feira passada o álbum é "luminoso, plasticamente versátil, instrumentalmente rico em proteínas sinfonistas (mas sem excessos inconsequentes)..."
Já é possível saber o alinhamento do Takk:
1. takk...
2. glósóli
3. hoppípolla
4. með blóðnasir
5. sé lest
6. sæglópur
7. mílanó
8. gong
9. andvari
10. svo hljótt
11. heysátan

imagem em icicom
No sábado, dia 29 de Junho tive a oportunidade de ver os Clã ao vivo, gratuitamente, em Pombal. A primeira vez que os vi foi na Expo 98, no Parque das Nações, e desde aí julgo já os ter visto mais 3 vezes.
O concerto estava previsto começar às 22h e começou por volta das 23.30h(!). Quando cheguei ao local, com mais os amigos, não estava praticamente ninguém, o que nos surpreendeu, até porque no dia anterior tinha estado a Daniela Mercury com "casa cheia", mas com o passar das horas as pessoas começaram a aparecer.
O espectáculo começou, a Manuela Azevedo encantou, e os Clã fizeram 3 encores.
Eu pessoalmente gosto muito de Clã embora reconheça que, algumas das músicas que ouvi para mim foram uma agradável novidade.

imagem em santosdacasa
Faz hoje uma semana que fui ver os The Gift ao vivo, numa localidade perto de Santa Maria da Feira. S. João de Ver, integrado no Festival da Juventude.Nunca tinha visto a banda a tocar ao vivo e devo de dizer que gostei bastante. A música, a interacção com o público, o ambiente e a própria concepção do espectáculo, isto porque no final a banda disponibilizou em formato cd, por apenas 5euro (!), o concerto gravado.

imagem de releasemagazine
Depois de ter referido que os Sigur Rós iam apresentar o seu novo trabalho no Outuno eis que surgem os Depeche Mode a referir que também eles vão editar o seu próximo trabalho em Outubro. Segundo consta, no site oficial da banda, o novo trabalho vai se chamar "Playing The Angel", e já tem definidas algumas faixas:
Precious
Sinner in Me
Suffer Well
John the Revelator
Macrovision
A Pain That I Used To Be
I Want It All
Entretanto a banda apresentou a sua nova tour que terá início nos Estados Unidos, também no mês de Outubro. Em Portugal os Depeche Mode actuarão no dia 8 de Fevereiro de 2006 no Pavilhão Atlântico, em Lisboa. Os bilhetes esses já estão à venda.
Agora é esperar pelo novo álbum e ouvir os que estão para trás!

imagem de lagruyere
Assim de repente não há palavras. Os Lunik, são uma banda Suiça, da região de Berna. Este álbum, "Life Is On Our Side" é tocado ao vivo em formato acústico e é excelente.
O melhor é mesmo descobrir e ouvir. Só.

imagem em a trompa
Um dia destes fui à FNAC e vi um livro que julguei ser uma edição na continuidade do Guia Pop Rock - 1950-1979 Vol. 1. Tentei ver o preço mas não estava identificado, e achei estranho. Continuei a dar a minha volta e fui embora.
Entretanto ouvi algures que a mesma edição era gratuita, o que achei estranho, pois a qualidade da edição e dos seus colaboradores eram bastante boas.
Ontem tive a oportunidade de passar pela FNAC de Gaia, procurei o livro e era mesmo gratuito. Peguei nele, dei mais umas voltas para ver as últimas novidades e fui embora.
Hoje folhei o dito livro ou guia, e aprendi um pouco mais sobre a música em Portugal, principalmente apreendi nomes que nunca tinha ouvido nem sabia existirem. É para isso que servem os livros, para ensinarem e quando são gratuitos soa a estranho até porque a partir do dia 1 de Julho estão abrangidos pelo IVA a 21%.
A propósito quando é que sairá o novo volume do Guia Pop-Rock, da FNAC?

imagem de nothing.nin
Falo não do filme mas sim da banda sonora, pois para mim é fantástica.
Começando nos The Cure, com a faixa "Burn" que só aparece neste álbum, e terminando na Jane Siberry, que com a música "It Can´t Rain All The Time", enche a imaginação de imagens idílicas.
Ouvi-a vezes sem conta e agora apeteceu-me ir ouvi-la novamente. Para recordar.

imagem de lunasauditorio
"You just want
Somebody listening to what you say
It doesn’t matter who you are"
in Square one, X&Y, Coldplay
Já ouvi o álbum e a essência dos Coldplay está lá toda.
Normalmente quando oiço um álbum de que gosto de uma qualquer banda e depois quando estou na eminência de ouvir o trabalho mais recente fico com o receio de que não corresponda às minhas expectativas. Com este álbum isso não aconteceu....Agora é aguardar que o boato ganhe forma e estejam cá em Novembro.

imagem de indipendente
Parece que os Sigur Rós terminaram o trabalho. É verdade, a banda terminou a masterização do novo álbum em Nova York, mas ainda não tem nome. Parece que no Outuno já terei novas músicas para me deliciar, mas vê-los ao vivo por terras lusas é que parece mais complicado. Portugal não aparece na listagem da digressão que vão fazer, o que é pena. Resta esperar que o Coliseu do Porto lhes acene e eles se lembrem do fantástico concerto que deram por lá

imagem de golfinhu2
No próximo dia 2 de Julho vai-se realizar um evento musical a nível mundial, o Live 8. Já estão confirmados os locais e as bandas.
UK – Hyde Park, London
Annie Lennox | Bob Geldof | Coldplay | Dido | Elton John | Joss Stone | Keane | Killers, The | Madonna | Mariah Carey | Ms. Dynamite | Paul McCartney | Pink Floyd | Razorlight | REM | Robbie Williams | Scissor Sisters | Snoop Dogg | Snow Patrol | Stereophonics | Sting | Travis | U2 | UB40 | Velvet Revolver
France – Palais de Versailles, Paris
Andrea Bocelli with the Philarmonie der Nationen | Axelle Red | Calogero | Cerrone / Nile Rogers | Craig David | Cure, The | David Hallyday | Diam's | Dido | Disiz La Peste | Faudel | Florent Pagny | Johnny Hallyday | Kool Shen | Kyo | Louis Bertignac | Muse | Placebo | Renaud | Shakira | Sheryl Crow | Tina Arena | Yannick Noah | Youssou N'Dour
Germany – Siegessäule, Berlin
A-ha | Audioslave | Bap | Brian Wilson | Chris de Burgh | Die Toten Hosen | Green Day | Herbert Groenemeyer | Joana Zimmer | Juan Diego Florez | Juli | Katherine Jenkins | Reamonn | Renee Olstead | Roxy Music | Sasha | Silbermond | Soehne Mannheims | Wir Sind Helden
Italy – Circus Maximus, Rome
Antonello Venditti | Articolo 31 | Biagio Antonacci | Faith Hill | Francesco De Gregori | Francesco Renga | Gemelli Diversi | Irene Grandi | Jovanotti | Laura Pausini | Le Vibrazioni | Max Pezzali | Negramaro | Nek | Noa | Tim McGraw | Tiromancino | Vasco Rossi | Zucchero
USA –Museum of Art, PhiladelphiaWill Smith | Bon Jovi | Dave Matthews Band | Destiny's Child | Jay-Z | Kaiser Chiefs | Keith Urban | Linkin Park | Maroon 5 | P Diddy | Rob Thomas | Sarah McLachlan | Stevie Wonder
Canada –Park Place, Barrie
African Guitar Summit | Barenaked Ladies | Blue Rodeo | Bruce Cockburn | Bryan Adams | The Bachman Cummings Band | Deep Purple | DobaCaracol featuring Kna'an | Gordon Lightfoot | Great Big Sea | Jann Arden | Les Trois Accords | Motley Crue | Our Lady Peace | Sam Roberts | Simple Plan | Tegan & Sara | The Tragically Hip| Tom Cochrane
Japan –Makuhari Messe, Tokyo
Bjork | Def Tech | Dreams Come True | Good Charlotte | McFly | Rize
South Africa –Mary Fitzgerald Square, Newtown, Johannesburg
4Peace Ensemble | Jabu Khanyile and Bayete | Lindiwe | Lucky Dube | Mahotella Queens | Malaika | Orchestre Baobab | Oumou Sengare | Zola
Numa leitura rápida faltam alguns nomes de referência, mas refiro apenas um, Radiohead.
Para se ter melhor a ideia deste tremendo evento nada melhor que passar os olhos pelos inúmeros sites e blogs que já dedicam ao tema e para isso nada melhor que o Technorati, que tem já dedicado o live8.technorati. Agora é só escolher e esperar para ver numa televisão qualquer ou mesmo pela net. A não perder.
Por acaso já me tinha questionado sobre a música que estava na berra quando nasci. Por um acaso descobri, por intermédio da Blogotinha um site onde era possível saber exactamente isso. O site, referenciou que no meu dia, mês e ano, o que estava a dar era:
"The Number 1 single was:
The Bay City Rollers - "Bye Bye Baby
The Number 1 album was:
Tom Jones - "20 Greatest Hits"
Quem diria!

imagem em lisboagencia
O primeiro álbum dos Toranja, Esquissos, esteve na boca de toda a gente, pois a qualidade da música que o grupo conseguiu produzir era uns furos acima daquilo que estavamos habituados a ouvir. Depois veio o "Segundo". Li algumas críticas que não eram muito positivas, revelando que este último trabalho não era tão bom quanto o primeiro. Eu acho o contrário. Já ouvi alguma vezes este álbum e, para além do single Laços, existem outras músicas que transportam em si verdadeiras poesias. Eu gosto, muito.
Sei que estas coisas ligadas à música, pintura, escultura...em suma gostos, são normalmente remetidos para a expressão "Gostos não se discutem", mas prefiro o meu gosto à de muitos críticos. Por isso sou levado a continuar a educar o meu gosto e a surpreender-me em cada música e em cada grupo que descubro. Assim é tão mais agradável.

Ontem tive a oportunidade de ver a Mariza ao vivo, ao ar livre. Posso dizer com sinceridade que estava à espera de algo diferente, melhor.

imagem em prefixmag
Gosto quando descubro um novo grupo e logo à primeira encontro um álbum que apetece ouvir. Este álbum, "Bem-vinda Vontade", é diferente e por isso corre sem parar.
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imagem de musicfromthemovies
Yann Tiersen está de volta com um novo álbum intitulado Les Retrouvailles. O álbum foi editado entre nós no passado dia 23 de Maio e conta com as participações de vários músicos. Já ouvi algumas músicas e devo confessar que não mudou nada, continua a ser bom de ouvir.
Da última vez que esteve em Portugal era para ter ido ver, mas foi de todo impossível. Agora regressa, pela terceira vez ao nosso país, e vai estar no dia 20 de Dezembro no Centro Cultural de Belém e no dia 21 de Dezembro na Casa das Artes de V. N. de Famalicão. E desta vez não prometo.

imagem de ondarock
Um dia destes acordei, liguei a televisão fiz um zapping e parei na MTV, porque estava a dar uma música que me chamou logo a atenção. Fiquei sentado a ouvir e a ver o videoclip na expectativa de saber o nome da banda e da respectiva canção. A música era "the dead of all romance", do álbum "No Cities Left" dos The Dears. Esta banda canadiana, tem como editora a Spinart, e abriu a última tourné de Morrissey. É para ouvir e apreciar.
Os festivais de verão de 2005 estão aí e são mais que muitos. Há para todos os gostos, de norte a sul, e para todas as bolsas. Para além dos festivais nacionais muitos outros se realizam por esse mundo fora. Aqui mesmo ao lado, Espanha, realiza-se um dos maiores festivais, patrocinados por uma bebida qualquer, o Festival Internacional de Benicàssim (FIB). O cartaz é surpreendente reunindo os maiores grupos da actualidade. Muitos deles também passarão por cá, outros nem por isso e os preços esses...são para descobrir.

Os Coldplay apresentaram em Madrid o seu novo álbum, X&Y, que sairá no próximo dia 6 de Junho, e pelo que consta a coisa foi muito concorrida. Para quem for realmente fã, deve procurar na net, o concerto de apresentação, pois já deve estar a rolar.
Mas para além de tudo isso houve uma coisa que me atraiu, a capa. Sem dúvida que é diferente. Ao que consta , e pelo que li no BLITZ de hoje, já alguem a conseguiu decifrar. "A série de blocos coloridos parecia formar um código e foram precisos alguns dias até que um fã descobrisse o segredo e o revelasse na internet. Os blocos fazem parte do código Baudot, criado no final do século XIX e utilizado em sistemas telegráficos. Cada bloco, lido na vertical - a divisão é feita pelos riscos vermelhos no meio - representa uma letra. Na capa simplesmente X&Y.
Interessante.
Apresento ainda as faixas que fazem parte do álbum:
1. Square One
2. What If
3. White Shadows
4. Fix You
5. Talk
6. X&Y
7. Speed of Sound
8. A Message
9. Low
10. The Hardest Part
11. Swallowed In The Sea
12. Twisted Logic
Agora é esperar para ouvir. E segundo rezam os boatos talvez eles venham a Portugal em Novembro.
nota: no site oficial da banda, existe uma falha interessante, eu diria mesmo grave. quando fui ao register form, para receber as novidades do grupo, na lista de países não está Portugal. que falha.

imagen in vislis
Ouvi e gostei e gostei mais quando soube que o principal instrumento foi a voz humana! O resto é ouvir quando apetecer.
O DISCO
Gravado em Montreal (Canadá) o seu disco de estreia assume a particularidade de ter sido inteiramente gravado recorrendo apenas à voz. Nas palavras do próprio Tiago, “a voz é do Alex, eu sou a máquina”.
Após 3 anos de elaboração técnica e 3 meses de finalização, eis um albúm em que a voz faz nascer em cada tema os diversos instrumentos musicais.
Tudo começou em Montreal, numa festa em casa do Tiago, em Agosto de 2001. Alex e Tiago passam quatro horas nessa festa a gravar uma jam, que daria origem Ao single HAPPY DOG. HAPPY DOG e NEW YORK são licenciados para banda sonora da longa metragem MALLORY EFFECT. O tema HAPPY DOG é novamente licenciado, desta vez para uma série documental de 13 programas sobre a produção do espectáculo VERAKAI do CIRQUE DU SOLEIL que, mais tarde, viria a ganhar um EMMY. Em Novembro de 2004, a editora TRANSFORMADORES convida os FUNAMI para editar o seu trabalho em Portugal numa parceria com o BLITZ, a FNAC, a ANTENA3 e a SIC RADICAL.
O lançamento foi no dia 25 de Janeiro de 2005.

image in músicatotal
O álbum "3 pistas" da Ant3na saiu no passado dia 06 de Maio de 2005 e eu apressei-me em comprá-lo. Tinha ouvido qualquer coisa na rádio e tinha lido também no DN e fiquei interessado. Entretanto já ouvi e tem algumas faixas muito interessantes, como é o caso da "No One Knows", original dos Queens Of The Stone Age, interpretada pelos Mesa e o tema Saga, original e interpretação dos Toranja.
A ideia do projecto era mesmo essa, convidar os grupos a cantarem uma música original e uma outra de um outro grupo que pretendessem. E eis o resultado final, muito por ideia e organização de Henrique Amaro, da Ant3na.
A ouvir quando tiver com saudades!

Andei durante muito tempo a tentar encontrar uma música particular dos A-Ha e por fim encontrei-a no álbum, "Headlines And Deadlines - The Hits "
Sempre gostei desta música "Hunting High And Low" e em particular do video. É a música pura dos anos 80. Entretanto andei a ver e existe um álbum dos A-Ha com o mesmo nome onde, como não podia deixar de ser, a música está.
Agora é ouvir e matar saudades!

Este fim-de-semana andei a ouvir o novo álbum de Rufus Wainwright, "Want two". Não ouvi notícias, não ouvi rádio, não ouvi mais nada se não o álbum. Se soubesse o que sei hoje não teria faltado ao concerto que ele deu no passado mês de Abril no Coliseu do Porto. As músicas e as histórias a elas associadas são simples, frágeis, comuns, profundas, envolventes...de ambiente melancólico e ao mesmo tempo enérgico...uma simbisose de emoções. Páro, escuto e imagens difusas vagueiam na minha consciência à procura da melhor cena para um qualquer filme.

imagem in wimmertens.be
"A completar 25 anos de carreira, Wim Mertens vai a Aveiro apresentar o seu mais recente álbum "Un Respiro", lançado em 7 de Março de 2005.
Um convite de Wim Mertens para uma viagem à percepção orquestral, onde a voz, mais do que simples instrumento, é utilizada como guia do próprio piano, numa combinação performativa de expressão pura."
texto in teatroaveirense
Quando li no Blitz da semana passada que o Wim Mertens ia estar em Portugal fiquei entusiasmado. Fui até ao site do Teatro Aveirense ver as informações disponíveis e está lá tudo direitinho. O espectáculo é no próximo dia 18 de Junho (sábado), pelas 21.30h, na sala principal e terá a duração de 90 minutos. Os preços esses até são convidativos: 15€ para a plateia e 12,50€ para o balcão.
Já andei a angariar elementos para irem comigo ver o concerto e rapidamente consegui reunir uma série de adeptos. Agora é esperar e ver um dos grandes músicos contemporânos a solo e ao vivo!
Um facto curioso, no site oficial do artista não está agendado nenhum concerto para Portugal.

Os The Cure são sem dúvida uma banda de culto e inspiradores de muitas bandas. Um álbum diferente, muito diferente do estilo dos The Cure, mas vale como referência.

De um momento para o outro passei a prestar atenção a uma música que passa com alguma regularidade na Ant3na. Ao princípio pensei que se tratava de uma banda estrangeira, isto porque a música era cantada em inglês e soava-me a brit. Mas descobri que afinal o grupo é mesmo portuga. São os Plástica. A música que anda a passar é a "Around" do álbum "The Red Light Undergroun" e sinceramente gosto mesmo muito, aliás tenho-a ouvido com muita frequêcia. As restantes faixas do álbum têm ficado para segundo plano mas isso é para se ir descobrindo com o tempo.
Está a chegar a época dos concertos de Verão e para as bandas nacionais e estrangeiras a coisa até rende. Para além dos habituais festivais associados a marcas de cerveja, telemóveis, gasolineiras, chega agora a vez de uma empresa de mobiliário se juntar a esse painel. A empresa é a Antarte e vai lançar o Antarte Pop/Rock - 100% Nacional. Vamos ver se há público para todos.
Há um tempo atrás o LP desafiou-me para ir ver os Pixies, a 17 de Agosto, 4.ª feira, ao Festival de Paredes de Coura. Lembro-me que nunca mais falámos nisso e a coisa até parecia estar esquecida. Entretanto, ontem quando lia o Público vi que para além dos Pixies já estão confirmados, para o mesmo dia o Nick Cave & The Bad Seeds, os The Arcade Fire e os The Roots. Depois disto terei que acordar a memória e combinar as coisas para seguirmos rumo a Paredes de Coura e ouvir excelente música.

Estou a ouvir o álbum "Antics" dos Interpol e é sem dúvida um excelente registo. Saiu em 2004 e que foi um sucesso de vendas, mas a mim passou-me completamente despercebido, com pena minha.
Agora é esperar pelo "next exit"!!!
p.s. agradeco-te meu grande amigo pela rectificação. O grupo é Interpol e o álbum "Antics" e não o contrário, como eu tinha.
A little piece of you
The little peace in me
Will die
For this is not america
Blossom falls to bloom
This season
Promise not to stare
Too long
For this is not a miracle
There was a time
A storm that blew so pure
For this could be the biggest sky
And I could have
The faintest idea
Snowman melting
From the inside
Falcon spirals
to the ground
So bloody red
Tomorrows clouds
A little piece of you
The little piece in me
Will die
For this is not america
There was a time
A wind that blew so young
For this could be the biggest sky
And I could have the faintest idea
This could be the biggest sky
This could be a miracle
This could be etc

Thom Yorke, vocalista do Radiohead, uniu-se a 25.000 pessoas em um protesto contra as leis injustas de comércio para os países pobres nesta última sexta-feira. O protesto que contou com uma manifestação artística, com a ajuda do amigo Stanley Donwood, teve também um set acústico, justamente no qual Yorke tocou uma nova música chamada "House of Cards". Além desta nova canção, Yorke tocou também "No Surprises" e faixas raras como "Glass Flowers", "Nude" e "Reckoner".
in muzplay

God Is An Astronaut, é um trio de Dublin, Irlanda, e "All Is Violent All Is Bright" é o seu segundo álbum editado em 2005.
As palavras perderam-se no vento e a melodia abraçou a copa das árvores e lá em cima, no infinito horizonte, através do pó e do eco e pela fragilidade da lembrança dos dias, uma estrela soltou-se e caiu na terra. E hoje, quando tudo morre, pensa-se que está tudo perdido para sempre...mas tudo não passa de imaginação!

O álbum dos Final Fantasy, "Has a Good Home", editado já este ano, é para ouvir repetidamente até cansar...se cansar.

Recordo-me de os ter ouvido pela primeira vez na 1.ª Edicão do SuperBock Super Rock. Estava sentado e de repente comecei a ouvir do palco um som estranho mas atraente. Não fazia a mínima ideia de quem eram pois até estava à espera de ver os The Cure. Mas fui-me aproximando e vi que muitas pessoas faziam o mesmo. Até que a música explodiu num ritmo de sons alucinante eram os Young Gods. Na altura tocaram músicas do "Only Heaven", "L'Eau Rouge / Red Water" e do primeiro álbum "The Young Gods". Uma mistura de música clássica, jazz, rock, pop, experimentalismo, electromusic...cheia de energia e com uma sonoridade que por ser fora do vulgar nos lança para espaços imaginários.
O trio suíço lançou no ano de 2004 "Music For Artificial Clouds" que estive a ouvir recentemente e eis que aparece um álbum que em nada é igual a todos os outros. Quando estava a ouvir o álbum lembrei-me das exposições de Serralves, aquelas em que as imagens surgem em salas escuras e têm um som que envolve e absorve tudo o resto, que faz esquecer tudo o resto. Não é fantástico mas ganha pela descontinuidade do género do grupo.
O Blitz trouxe a semana passada um suplemento sobre "A Música na Era Digital" em que apresenta algumas das diversas possibilidades existentes na internet para a partilha de ficheiros de forma legal ou nem por isso, a saber:
legais
napster
musicmatch
emusic
walmart
sonyconnect
bleep
itunes
streamwaves
realrhapsody
msnmusic
nem por isso
shareaza
soulseek
bitTorrent
kazaalite
emule
limewire

"Disco que contém, entre outras coisas: melodias suaves, estórias juvenis, paixões e separações, timidez angustiante, ambientes twee acompanhados de trompete e violinos, polifonias vocais, frases feitas, sininhos do trenó das renas quando se fala em neve."
in aputadasubjectividade
A acrescentar digo que este álbum dos Camera Obscura, editado pela Elefant é: um álbum simples, sem ameaças, sem violência, depressão ou angústia..., música na sua essência pop.
Na pesquisa sobre os Destroyer descobri um festival que se realiza em Leiria desde 2001, o fade in festival. Pelo que tive a ver as bandas, nacionais e estrangeiras, que têm por lá passado estão à margem do conhecimento comum, mas pelas descrições são alternativas mais que interessantes, conforme os gostos entenda-se, ao muito pop/rock/hip-hop, que nos continua a entrar pelos ouvidos, de forma quase involuntária.
O FADE IN não é um concurso.
O FADE IN é uma mostra de música onde as bandas tocam por convite.
O FADE IN não é uma mostra especializada num só género musical.
O FADE IN orgulha-se de ser ecléctico.
O FADE IN não tem quaisquer preconceitos musicais.
O FADE IN privilegia convites a projectos e bandas com características alternativas.
O FADE IN não tem quaisquer fins lucrativos.
O FADE IN é constituído por um grupo de voluntários não remunerados.
O FADE IN está aberto a parcerias e co-produções.
O FADE IN apela a apoios de mecenas e de instituições.
Em 1997 os Ataraxia actuaram em Pombal. Não me esqueço desse concerto por diversas razões. Primeiro porque estava curioso pois era um grupo que não conhecia, segundo porque o ambiente era realmente alternativo, principalmente pela forma de como as pessoas estavam vestidas, terceiro porque a vocalista para além de ter uma beleza diferente tinha uma voz extraordiária, quarto porque o cenário era simples e praticamente eram apenas os elementos que estavam em palco, quinto pelo burburinho que gerou junto das hostes pombalenses e sexto porque nunca mais me esqueci do nome do grupo e das músicas quase celestiais.

Sem dúvida que é sempre bom ser surpreendido e este álbum é sem dúvida uma excelente surpresa. "Your Blues" dos Destroyer é uma pequena pérola. Canções densas, poéticas, perturbadoras e mas ao mesmo tempo relaxantes.

Não a palavra Madrugada não se emprega, neste momento, às horas mas sim a um grupo que descobri, um grupo Norueguês. O álbum The Deep End (Edição Limitada), quarto ábum do grupo, editado na Noruega a 28 de Fevereiro e no resto da Europa a 21 de Março, explora ambientes, cenários e melodias que nos encaixam numa diversidade de géneros musicais. Este quarteto, que tem como vocalista Sivert Høyem é uma das grandes referências daquele país, embora todas as músicas sejam cantadas em inglês. É impossível não fazer associações sonoras com outras bandas existentes, mas independentemente disso apresentam um estilo muito próprio, sóbrio.
WORLD : Traditional African | Afro Pop | Afro Beat | Mbalax | Rai | Asian | Indian Classical | Bombay Pop | Qawwalli | Celtic | Eastern European | Klezmer | Indigenous Music | Latin | Calypso | Merengue | Son | Salsa | Samba | Bossa Nova | Tropicalia | MPB | Western European
NEW AGE
CLASSICAL: Avant Classical | Chamber Music | Classical Guitar | Composers | Opera | Solo Instrumental | Symphony
COMEDY / SPOKEN WORD
NOVELTY
CONTEMPORARY CHRISTIAN
SEASONAL
SHOW TUNES
CHILDREN´S
JAZZ: Be Bop | Cool Jazz | Hard Bop | Avant Garde | Post Bop | Latin Jazz | Soul Jazz | Jazz Fusion | Big Band | Dixieland | Swing | Crossover Jazz | Lounge | Vocal Jazz
BLUES: Chicago Blues | Electric Blues | Country Blues | Delta Blues | Texas Blues | Female Vocal Blues | Zydeco Blues
COUNTRY: Alt Country | Bluegrass | Contemporary Country |Country Rock | Traditional Country | Honky Tonk | Rockabilly Revival | Western Swing
FOLK: 60s Revival | Anti-Folk | British Folk | Contemporary Folk | Singer-Songwriter | Traditional Folk
OLDIES: Doo Wop | Early Rock & Roll | Rockabilly |Surf
ELECTRONICA: Acid Jazz | Ambient | Dark Ambient | Big Beat | Breakbeat | Downbeat | Dub Techno | Trip Hop | Drum n Bass | Jungle | Electro Funk | House | Deep House | Disco House | Garage | Happy Hardcore | Organic House | Industrial | Intelligent Dance Music | Techno | Detroit Techno | Digital Hardcore | Trance
POP: Dance Pop | Easy Listening | Euro Pop | Soft Rock | Teen Pop | Vocalists
HIP HOP: Abstract Hip Hop | Bass | Gangsta Rap | Independent Hip Hop | Turntablist | Old School Hip Hop | Pop Rap | Southern Hip Hop
R&B: Funk | Disco | G-Funk | Gospel | Soul | 70s Soul | Contemporary R&B | Motown | New Soul | Quiet Storm
REGGAE: Roots Reggae | Dub Reggae | Dancehall | Lovers Rock | Pop Reggae | Ska | Rock Steady
Continuando a listagem.
HEAVY METAL : Funk Metal | Hair Metal | Industrial Metal | Grindcore | Rap Core | Nu Metal | Thrash | Death Metal | Black Metal | Doom Metal | Speed Metal
PUNK ROCK: 77 Style Punk | Cow Punk | Hardcore Punk | Emo | NY Hardcore | Oi! | Pop Punk | Proto-punk | Psychobilly | Riot Grrrl | Ska Punk
EXPERIMENTAL: Electroacoustic | Environments | Experimental Improvisation | Experimental Noise
Sempre achei interessante a quantidade de géneros de música existentes e as
suas derivações. E sempre tive dificuldade em rotular o que estava a ouvir.
Quando oiço não estou interessado no estilo mas sim no meu próprio gosto.
Mas para ter uma noção do que realmente existe procurei uma listagem do que existe, claro correndo o risco de ser incompleta, mas o exercício parece-me francamente interessante:
ROCK: Classic Rock | Acid Rock | Garage Rock | Blues Rock | British Blues Rock | British Invasion | Folk Rock | Glam Rock | Prog Rock | Kraut Rock | Southern Rock | Hard Rock | Guitar Rock
MODERN ROCK: Alternative Rock | Adult Alternative | Brit Pop | Grunge | Rock en Espanol | Experimental Rock | Indie Rock | Chamber Pop | Indie Folk | Indie Garage | Indie Pop | Jangle Pop | Lo Fi | New Psychedelia | Noise Rock | Post Rock | Space Rock | Jam Rock | New Wave | Goth Rock | Synth Pop | Post Punk | Power Pop
Lembro-me da primeira vez que vi os Clã, foi no Parque das Nações durante a EXPO 98 e foi um excelente concerto. Agora vão estar na Feira, no Cine-Teatro António Lamoso, no próximo dia 2 de Abril 05 às 21.30h. Eu por diversas questões não vou poder estar e escutar as músicas do mais recente álbum, "Rosa Carne", mas acredito que mais uma vez vá ser um grande concerto.
"Parece-me surrealista nós fazermos concertos outra vez, porque não encontro há dois anos, alguém que goste de nós"
Chris Martins, vocalista dos Coldplay, in Visão de 24 de Março
Sinceramente não consigo perceber nem a mensagem nem a ideia, isto porque fazendo uma visita ao site oficial da banda percebe-se que o grupo terá nos próximos tempos muitas participações em concertos, festivais e por aí adiante. A par disto está programada a edição do novo álbum para dia 6 de Junho de 05 e do single "Speed of Sound" a 23 de Maio de 05.
Se isto é uma pequena diversão de marketing, então não me parece ser muito feliz. Mas como não sei o verdadeiro contexto da frase fica apenas a minha surpresa, por um grupo que até gosto bastante.
É sem dúvida um excelente álbum o "Consider The Birds", da banda Woven Hand. A música "Bleary Eyed Duty" não me é totalmente estranha, penso mesmo que já a ouvi em algum lado, mas não sei. Seja como for todo o álbum é recheado de registos calmos e a voz de David Eugene Edwards reveste-se de uma inquietação estranha.

A primeira vez que ouvi os Apocalityca gostei. Uma amiga minha arranjou-me um cd deles e eu gravei. Depois fui com um amigo meu, à Queima das Fitas em Coimbra, com uma grande história de bilhetes pelo meio na qual entramos sem pagar e ainda ganhámos dinheiro, e vi grande parte do concerto. Os 4 elementos tiveram uma presença fantástica em cima do palco, onde os violinos pareciam que se transformavam em múltiplos instrumentos. Ouvi o "CULT" e também gostei. Agora falta ouvir o CD SINGLE, "Bittersweet", composto apenas por 4 faixas e provavelmente...

Um amigo meu deu-me o álbum dos Sigur Rós ( ) já há algum tempo e sem dúvida que fiquei muitissimo contente, até porque é um dos meus grupos de eleição. A ele o meu obrigado.
Andei a ver se encontrava a letras das músicas, para tentar perceber o que diziam mas "you won't be able to find lyrics and translations from ( ) because the vocals don't contain lyrics " in sigur rós. Assim fico-me mesmo pelas fantásticas melodias.
A título de curiosidade: sigur rós translates directly to 'victory rose'. sigur rós was named after jónsi's little sister, whose name is sigurrós (without a space). sigurrós is a fairly common female name in iceland. you can find more translations
A história que está por detrás do projecto Humanos é bastante interessante e um dos grandes dinamizadores, a par com outros claro(!) é o Nuno Galopim, o Director do DNmúsica, pois foi ele que ouviu as cassetes que tinha os vários registos de António Variações e procedeu à sua selecção.
Os artistas, que desde o ínicio mostraram toda a disponibilidade para participar no referido projecto, lançaram voz à obra e eis que saiu um dos melhores álbuns de 2004, referido pela vária crítica, e do qual destaco esta música:
MUDAR DE VIDA.
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será de ti ou pensas que tens...que ser assim?...
Olha que a vida não, não é nem deve ser
Como um castigo que tu terás que viver
Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar
A música é bem ao estilo de António Variações e é ao mesmo tempo uma grande mensagem, sempre actual.

Confesso que até ouvir o álbum "Undercovers", não era grande apreciador da música da Maria João e do Mário Laginha, mas a qualidade do álbum fez-me prestar mais atenção. Depois veio o "Tralha" e fiquei de facto bem impressionado, gostei.

A embarcação que os Madredeus utilizam é a música. "Faluas do Tejo", é um álbum dedicado à cidade de Lisboa que se mantém na linha que tão bem exploram. Depois da sua apresentação partem para uma digressão internacional de 2 anos onde irão, muito provavelmente, percorrer o mundo de lés-a-lés e levar mais uma vez a "cultura" de portuguesa.
De momento não me recordo se a Teresa Salgueirom ou os Madredeus já receberam alguma condecoração por parte de algum Presidente da República. Se não recebeu era algo que não ficava nada mal.

Este é um daqueles grupos que passou despercebido, à maioria das pessoas, no ano de 2004. O álbum, "Tudo É Para Sempre", é cheio de sons calmos e palavras portuguesas bem medidas. Sabe bem, muito bem.
"Donna Maria são um trio da grande Lisboa, com Marisa Pinto na voz, Miguel A. Majer na bateria e programações e Ricardo nos teclados e samplers. Têm fortes influências da música electrónica e uma alma profundamente portuguesa bem patente no recurso a instrumentos tradicionais, como a guitarra portuguesa ou o acordeão. Neste contexto, os Donna Maria pretendem devolver a desejada frescura à Música Portuguesa através da sua visão electrónica e contemporânea". in atambur

De um momento para o outro as cassetes passaram quase ao conceito de Clássico. Não estão extintas mas para lá caminham. Ainda me lembro de uma cassete que gravei dos Nirvana, que me acompanhou durante bastante tempo fosse eu para onde fosse. Actualmente o meu carro ainda possui essa raridade que é o leitor de cassetes e acompanham-me 4 cassetes que, já ouvi vezes sem conta, mas que não posso mudar porque não tenho muitas oportunidades para gravar mais. Com o aparecimento do CD, do DVD, das memórias USB, dos leitores de mp3 e por aí adiante a cassete deixou de ser solicitada.
Ainda podemos ver cassetes à venda gravadas e por gravar, seja em supermecados, estações de serviço ou até mesmo feiras, mas até quando?
Quando é que se dará o colapso das vendas ou até quando será economicamente viável a sua produção? Será que depois iremos assistir ao aparecimento de clubes de cassetes, ao culto da cassete, aos coleccionadores de cassetes raras e feiras para as comercializar, a trocas de cassetes, à venda de cassetes em leilões caros ou em leilões da net, ou revistas sobre a especialidade? Nunca se sabe.

O álbum “Funeral”, o único que conheço da banda, já ouvi de uma ponta a outra, e é dos melhores que já ouvi. Porquê?
Lembro-me da primeira vez que ouvi a música da Björk. Para mim era qualquer coisa de novo, cheio de sons estranhos mas ao mesmo tempo agradáveis. Estive tempo infinito a ouvir o único álbum que existia em casa da minha tia, o “Debut”. A música que ouvi mais vezes foi a “Vénus as a Boy” e cantaroleia com a letra à frente. Durante o período que estive em casa dela foram muitas as vezes que me sentei no chão da sala, ligava o cd e o amplificador e as colunas Infinity davam asas à imaginação, quão definido era o som que saiam delas. Não esqueço esses momentos.
Depois o contacto com a música da Björk foi-se diluindo, ouvia na rádio e noutros espaços, mas sem grande atenção ou profundo interesse, mas a lembrança, essa, vinha sempre.
Saíram mais álbuns e com eles mais singles e com os singles videoclips fora de série, cheios de imaginário e fantástico, e reprovados na mítica democracia estado-unidense. A seguir o filme e mais um álbum, e dos dvd´s, e outro álbum e outro a seguir e a música a crescer e eu atento.
Depois de tudo e de todos, “Homogenic” é o álbum que mais ouvi e do qual gosto mais. Simplesmente fantásticas as músicas e o que dizer da música “Bachelorette”?
Os bilhetes para os U2 eram para estar à venda no passado dia 14 de Fevereiro, depois passou a ser no dia 16 e agora só para a semana. Não entendo a razão destas mudanças ou desta indefinição de datas. Não sei se irá acontecer em Portugal aquilo que já conteceu por outros países onde a digressão está a passar, os bilhetes quando forem postos à venda irão rapidamente esgotar. Espero ter tempo de comprar o bilhete para um espectáculo que não quero perder por nada, sim um espectáculo porque os U2 ao vivo são mais do que um mero concerto de rock. A saber ainda está a banda que vai fazer a primeira parte, esperando que seja também uma agradável surpresa.
Depois de ter referido que não gostava muito o último álbum dos U2 e de um amigo meu ter estranhado esta minha ideia, eis que os U2 vêm a Portugal. Ai está a oportunidade que referi que não perdiria e que contaria rever "velhos amigos". O concerto, ainda em parte incerta, marcado para o próximo dia 14 de Agosto, vai custar no mínimo, 54€. Um concerto que fecha a tour europeia exige que não se perca. Resta-me apenas poupar dinheiro e comprar antes que se esgotem e esperar encontrar lá os meus amigos, aqueles com que saltei sem parar, na Pop Mart Tour.

Uma das minhas escolhas para o melhor álbum de 2004. Vêm a Portugal no próximo mês de Março, dia 10, e na primeira parte vai estar Rufus Wainright. Penso que são razões suficientes para pensar seriamente em ir. Até lá vou continuar a ouvir e a descobrir possíveis singles no álbum, "Hopes and Fears". Um exercício que gosto de fazer!

The Cure - Trilogy é um concerto que foi gravado ao vivo no Tempodrom em Berlin em Novembro de 2002. O concerto que contou com duas noites completamente esgotadas, e apresentou músicas de três dos álbuns mais importantes e mais influentes dos The Cure, "pornography","Disintegration" e "Bloodflowers".
Eu estive a ver o concerto em DVD e é realmente uma sequência de músicas fantástica. Não dá para saber o ambiente que se viveu naquelas duas noites mas a imaginação encarrega-se disso.
Ouvir a música deles vai muito além do explicável.
Depois de ter referido que o Dnmúsica estava a convidar os leitores para enviarem a sua lista de álbuns de 2004, fiz também eu a minha própria lista, embora não a tenha enviado.
melhor álbum nacional:
1| Bom Dia - Pluto
2| Re-Definições - Da Weasel
3| Cinema - Rodrigo Leão
4| Rosa Carne - Clã
5| Madredeus
melhor álbum internacional:
1| Riot on an Empty Street - Kings Of Convenience
2| Absent Friends - Divine Comedy
3| Air - Talkie Walkie
4| The Cure - The Cure
5| Hopes & Fears - Keane
Ficam muitos de fora, mas a escolha aqui baseia-se, também, no número de vezes que ouvi cada um deles...talvez fazer uma lista de 10 fosse mais sensato, mas certamente que finda a lista a situação mantinha-se.
Os dias correm serenos, o sol teima em continuar e deixa a chuva para dias mais distantes. Gosto do sol quando reflecte nas folhas outonais e lhes dá um cor quase fogo. Não gosto do dia a terminar cedo, baralha-me. Anseio de novo pelos dias longos em que o sol vem e se esquece de ir, talvez porque também gosta da companhia. O dia numa noite mais rápida parece que se esquece que existe, não luta pela sua continuidade, nem pode, é assim.
E existem sons e cheiros e memórias e uma infinitude de palavras e de sentidos e nem me apetece falar delas. Por vezes uma pequena melodia compõe o quadro e tudo acontece mais rápido. Não falo tudo isto apenas porque falo dos Nouvelles Vagues, não.
Mas sem dúvida que são uma boa companhia, principalmente porque vão buscar músicas e as recompôem de uma forma que quase que ficam irreconhecíveis. Pessoalmente gosto, e porque gosto, da "A forest", dos THE CURE bem como da ""Love will tear us apart", dos Joy Division. Mas sem dúvida que vale pelo seu todo, mesmo sendo feito de covers.
faixas do álbum
1. JOY DIVISION "Love will tear us apart"
This legendary Joy Division song was first recorded on a Peel Session in 1979.
Then the band played it live in "Les Bains-Douches" (Paris) before the single was released on Factory by April of 1980.
Since then, hundreds of bands have covered it, from the most unknown (Boy Division -?- who released a german -??- version) to the most mainstream ones (U2, Simple Minds...)
No bossa nova version has ever been recorded.
2.DEPECHE MODE "I just can't get enough"
This Depeche Mode hit single (their third with Vince Clark as a mentor) was released on the label Mute by June of 1981.
It went directly to the top ten charts and made the band's career grow widely.
Dispite of being early criticized, Depeche Mode has become one of the most important pop bands in the world and is still releasing exciting and daring albums.
No bossa nova version of "I just can't get enough" has ever been, etc...
3.TUXEDOMOON "In a manner of speaking"
No one really paid attention to this song when it was released on Tuxedomoon's "holy war" album in 1985.
Despite of Martin Gore's cover on "Counterfeit", it still remains a quite ignored classic.
4.THE CLASH "Guns of Brixton"
One of the very few songs written by Paul Simonon in The Clash discography.
"Guns of Brixton" is an important track anyway.
It is also one of the best "white reggae" piece of music recorded in this period.
What else can we say about The Clash?
5.P.I.L. "(This is not a) love song"
P.I.L.'s "(This is not a) love song" single was released in 1983.
This track divided the band's fans as some considered it as a "mainstream" disco song!
John Lydon's clever, crafty and clear lyrics were not ambiguous anyway.
6.DEAD KENNEDYS "Too drunk to fuck"
This historical Dead Kennedys' single was released on Cherry Red english label in 1979.
The Dead Kennedys were blacklisted at this time in the USA (due to their "antiamericanist" attitude and songs like "California über Alles").
Listen to Jello Biaffra throwing in the end of the original version is an....unforgettable experience.
7.THE SISTERS OF MERCY "Marian (version)"
"Marian (version)" is taken from the second Sisters of Mercy's album "First and last and always" (released in 1985 on Merciful release).
The Sisters of Mercy were huge in France when they released their "Temple of love" EP.
The gigs of this band remain as some great "gothic" experience for many people.
8.XTC "Making plans for Nigel"
As for the Clash, this song is written by the band's bass player: Colin Moulding.
"Making plans for Nigel", released as a single on Virgin in 1979, was a huge hit.
It has perhaps lead to some misunderstanding between the band and his audience.
None of hundreds of other songs written by the genius Andy Partridge were that successful.
9.THE CURE "A forest"
First listening to The Cure's "seventeen seconds" album in 1980 has been a tremendous experience for every new-wave fan.
The sound, atmosphere and production: everything was new in The Cure.
"A forest" with its deep echoed guitars, the half machine drumming, its hypnotic bass line + Robert Smith's voice is an absolute masterpiece.
10.MODERN ENGLISH "I melt with you".
Modern English is one of the most forgotten new-wave bands.
Their "I melt with you" single, released on 4AD in 1982, was a huge hit across the world actually.
But the audience grabbed by that song did not agree with the "other" band's music.
People found it too arty and...modern.
11.THE UNDERTONES "Teenage kicks".
One of the most famous rock single ever.
The one that made John Peel cry.
All the teenage rebellion resumed in a 4 chords tune.
One of the most covered punk songs ever.
12.KILLING JOKE "Pssyche"
The first Killing Joke album, released in 1980, staggered all the new wave listeners.
You couldn't hear more violent, radical and dark music at this time.
Killing Joke is still considered today as one the most influent band in rock (rather metal) music.
13.THE SPECIALS "Friday night, saturday morning"
The famous Specials' "Ghost town" single B-side (on "Two tone" records).
"Friday night, saturday morning" was one of the last songs recorded by the band before they split in 1981.
Each member of The Specials has since turned into a strong career.
Among them, Terry Hall is one of the most talented artists of all new-wave generation.

Outra das descobertas deste ano de 2004. Curiosamente vi uma referência no blog largeheartedboy e poucos dias depois o Blitz vinha a falar da banda e do último álbum, High. Já ouvi os três álbuns anteriores, que me fazem lembrar em alguns momentos os The Sound, o Peace at Last, Walk Across the Rooftops e Hats e gostei. Tudo é calmo, tudo é delicadamente perfeito na melodia.
Agora só me falta ouvir o quarto álbum da banda e esperar que seja tão bom quanto os seus antecessores.
Os Placebo lançaram uma colectânea onde reúnem alguns dos seus maiores êxitos. Vale a pena ouvir.

Uma agradável descoberta, Brad Mehldau. Depois de ter ouvido sem atenção algumas faixas do álbum, Live In Toquio, cheio de jazz e improvisação associei-o logo a Win Mertens. Depois de uma segunda audição descobri na faixa 6 algo familiar, Paranoid Android, dos Radiohead.
Este pianista considerado pelo The Washington Post as “one of his generation’s most gifted and thoughtful pianists.” tem uma agenda cheia já para o próximo ano e não está previsto uma visitinha a Portugal.
Pode ser que alguém se lembre de o trazer por cá, pois no nosso país existem uma série de festivais de Jazz. A IMN é quem representa o artista e representa também a nossa MÍSIA.
Depois de ter ouvido o álbum os U2 fiquei desiludido, a expectativa era muita, criada pela própria crítica e pela grande publicidade que teve em todos os meios de comunicação social. Tem algumas músicas interessantes mas não consegue ser arrebatador.
Eu recordo os velhos U2 e recordo, o que para mim continua a ser um dos melhores álbuns de sempre, o Achtung Baby. Ouvi e continuo, sem ter o original, a ouvir, sem nunca me cansar. Não é a música ONE, que "uniu" os U2 num período conturbado da banda, e mais propriamente do Bono Vox e do The Edge, que me fazem gostar dele, são todas elas.
Mas e independentemente disso continuo a esperar pelo concerto em Portugal, para reencontrar "velhos amigos".
O DNmúsica está a convidar os leitores, portanto convidam-me a mim (!), a escolherem os melhores do ano de 2004 nas seguintes categorias:
| Álbum Nacional do Ano
| Álbum Internacional do Ano
| Canção do Ano
| Concerto do Ano
A escolha deverá ser enviada por email (dnmusica@dn.pt) especificando os dados acima referidos, acrescentando depois o nome, idade e profissão. Os resultados serão editados numa edição especial no final do mês de Dezembro.
Eu estou a fazer a minha listagem pois de concertos, este ano, apresento um déficit razoável.
Mas e para abrir a participação gostava de ouvir também a opinião de mais pessoas. Que tal? Força nisso, eu depois edito os posts. Conto contigo LP

Bem quando pensava que tinha quase tudo o que havia dos Radiohead, mas imaginando sempre que havia muita coisa que não era do meu conhecimento, lados b, singles, músicas novas tocadas em concertos ao vivo, etc., e de estar à espera de um DVD com todos os Videoclips, que um amigo ficou de arranjar junto do irmão (e mais não digo!) eis que descobri algo mais, algo que já foi descoberto por outros antes de mim, mas que me entusiasmou, Radiohead - Towering Above The Rest Complete. Uma colecção de 10cd´s que contêm algumas "raridades" e que promete causar grandes engarrafamentos no mundo virtual de troca de música.
Agora é ficar à espera epara ouvir, tudo.
Radiohead - Towering Above The Rest Complete
fonte | cdtrader1.com
Radiohead - Towering Above The Rest Complete
The Holy Grail of Radiohead Bootlegs contains 186 tracks of B-sides, promo tracks, demos, soundtrack work, guest appearances, outtakes, and unreleased tracks. 80% of the tracks are "A" sound quality. The other 20% are various bootleg and demo tracks which range from "B+" to "D+". Here is the track list:
Disc 1 - 76:40
1. Prove Yourself
2. Stupid Car
3. You
4. Thinking About You
5. Inside My Head
6. Million Dollar Question
7. Faithless The Wonder Boy
8. Coke Babies
9. Pop Is Dead
10. Yes I Am
11. The Trickster
12. Punchdrunk Lovesick Singalong
13. Lozenge Of Love
14. Lewis [Mistreated]
15. Permanent Daylight
16. You Never Wash Up After Yourself
17. Maquiladora
18. Killer Cars
19. India Rubber
20. How Can You Be Sure
21. Talk Show Host
22. Bishop's Robes
23. Banana Co.
24. Molasses
Disc 2 - 74:59
1. Polyethylene [Part 1 & 2]
2. Pearly
3. A Reminder
4. Melatonin
5. Meeting In The Isle
6. Lull
7. Palo Alto
8. How I Made My Millions
9. Fast Track
10. The Amazing Sounds Of Orgy
11. Trans-Atlantic Drawl
12. Kinetic
13. Cuttooth
14. Life In A Glass House (full length)
15. Worrywort
16. Fog
17. Banana Co. (acoustic)
18. Killer Cars (live)
19. Vegetable (live)
20. You (live)
21. Creep (acoustic)
Disc 3 - 68:44
1. Fake Plastic Trees (live)
2. Street Spirit [Fade Out] (live)
3. Just (live)
4. Paranoid Android (live)
5. Climbing Up The Walls (live)
6. No Surprises (live)
7. Optimistic (live)
8. The Bends (live)
9. Inside My Head (live)
10. Fake Plastic Trees (acoustic)
11. Bulletproof...I Wish I Was (acoustic)
12. Street Spirit [Fade Out] (live)
13. My Iron Lung (live)
14. Banana Co. (live)
15. Lucky (live)
16. Fake Plastic Trees (live)
Disc 4 - 79:10
1. Bones (live)
2. Planet Telex (live)
3. Anyone Can Play Guitar (live)
4. Creep (live)
5. Ripcord (live)
6. Just (live)
7. Airbag (live)
8. Lucky (live)
9. Fake Plastic Trees (live)
10. Street Spirit [Fade Out] (live)
11. Dollars And Cents (live)
12. The National Anthem (live)
13. Idioteque (live)
14. Just (live)
15. Fake Plastic Trees (live)
16. Anyone Can Play Guitar (live)
17. Bones (live)
18. Street Spirit [Fade Out] (live)
19. My Iron Lung (live)
Disc 5 - 77:43
1. Creep (live)
2. My Iron Lung (live)
3. Stop Whispering (live)
4. Punchdrunk Lovesick Singalong (live)
5. Fake Plastic Trees (live)
6. Blow Out (live)
7. Bones (live)
8. [Nice Dream] (live)
9. High And Dry (live)
10. You (live)
11. My Iron Lung (live)
12. Creep (live)
13. My Iron Lung (live)
14. Just (live)
15. Maquiladora (live)
16. The Bends (live)
17. Prove Yourself (live)
18. Creep (live)
Disc 6 - 70:20
1. I Don't Want To Go To Woodstock
2. What Is It That You Say
3. Stop Whispering
4. Give It Up
5. Nothing Touches Me
6. Phillipa Chicken
7. The Bends (demo)
8. [Nice Dream] (demo)
9. An Airbag Saved My Life (early)
10. Paranoid Android (early)
11. Subterranean Homesick Alien (acoustic)
12. Karma Police (early)
13. Climbing Up The Walls (early)
14. No Surprises Please (early)
15. Lucky (early)
16. How To Disappear Completely And Never Be Found (early)
17. Motion Picture Soundtrack (early)
18. Life In A Glass House (early)
Disc 7 - 74:34
1. 2hb (venus in furs)
2. Ladytron (venus in furs)
3. Baby's On Fire (venus in furs)
4. Bitter-Sweet (venus in furs)
5. Tumbling Down (venus in furs)
6. Lift
7. Follow Me Around
8. Big Boots (demo)
9. True Love Waits
10. I Promise
11. Wicked Child
12. Untitled
13. Jonny's Techno
14. Ed's Scary Song
15. Reckoner
16. True Love Lives
17. Nude
18. Nothing Touches Me (BBC)
Disc 8 - 77:53
1. Cinnamon Girl
2. Shot By Both Sides
3. Nobody Does It Better
4. Union City Blues
5. Be Mine
6. If You Tolerate This...
7. Rhinestone Cowboy
8. Sing A Song For You
9. I'll Wear It Proudly
10. The Thief
11. Wish You Were Here (w/Sparkelhorse)
12. Rabbit In Your Headlights (w/Unkle)
13. I've Seen It All (w/Bjork)
14. Untogether (w/Belly)
15. E-Bow The Letter (w/Michael Stipe)
16. El Presidente (w/drugstore)
17. This Mess We're In (w/PJ Harvey)
18. Lucky (w/Michael Stipe)
19. In Limbo (w/ Nigel Godrich)
20. Wonderwall
21. Blowout (w/The Posies)
Disc 9 - 71:38
1. Planet Telex (Hexidecimal dub)
2. Planet Telex (Hexidecimal mix)
3. Planet Telex (L.F.O. DJ)
4. Planet Telex (Trashed)
5. Planet Telex (Karma Sunra)
6. Planet Telex (Depthcharge)
7. Blow Out (Mix)
8. Clibimg Up The Walls (Fila Brazillia)
9. Clibimg Up The Walls (Fila Brazillia 2)
10. Clibimg Up The Walls (Zero 7)
11. Killer Cars (Mogadan)
12. Pearly (Running From Demons)
13. Treefingers (Extended)
14. Stop Whispering (US Mix)
Disc 10 - 78:28
1. Talk Show Host (Nellee Hooper)
2. Talk Show Host (Black Dog)
3. Introduction To Romeo
4. Mantua
5. Stupid Car (Tinnitus)
6. Everything In It's Right Place (BBC Remix)
7. The National Anthem (BBC Remix)
8. How To Disappear Completely (BBC Remix)
9. Idioteque (BBC Remix)
10. Rabbit In Your Headlights (Underdog)
11. Rabbit In Your Headlights (3d Reverse Light)
12. Rabbit In Your Headlights (Suburban Hell)
13. Creep (Friendly)
14. Just (edit)
15. Fake Plastic Trees (edit)
16. Let Down (edit)
17. Idioteque (edit)
18. I Might Be Wrong (edit)
Depois de ter dito que ia ver os Pluto ao Hard Club lá estive eu na linha da frente, ou pelo menos quase na linha da frente. A coisa podia ter corrido bem caso não fosse o atraso de 1h20', que pessoalmente não consigo aceitar nem perceber. Foi altamente negativo esse atraso pois alterou-me o humor substancialmente. Mas do concerto "tocado" não tenho nada a reclamar, foi simplesmente fantástico! Depois de ter lido a crítica ao concerto que eles deram no Santiago Alquimista em Lisboa, e do post que colocaram no blog, fiquei ainda com mais vontade de os ver e ouvir. Sem dúvida nenhuma que eles são muito bons e foi bom poder estar ali a cantar, com mais uma multidão, as músicas, apesar de ter acabado tarde.
Agora que compararam a performance deles aos U2, David Bowie ou até mesmo Radiohead vamos ver o que no futuro nos vão trazer e se o projecto não terminar por aqui. O que seria mau. Por mim vão ser a escolha n.º 1 para o Álbum Nacional do Ano, que o DnMúsica promove todos os anos.
Depois de ter descoberto os Pluto e de continuar a afirmar que é, para mim, o melhor álbum de música portuguesa de 2004, surge agora a oportunidade de os ir ver no Hard Clube no Porto no próximo dia 16 de dezembro. É na quinta feira e se tudo correr bem lá estarei.
Lembro-me perfeitamente dos BAN. A música era meio estranha na altura, umas letras diferentes e um som bastante suave, achava piada. Depois o vocalista e os restantes elementos viraram-se para outras ondas, de um campo diferente, e terminou aí o que foi um dos projectos pop mais bem conseguidos nos últimos tempos. Ficou a lembrança de algumas músicas, que passavam com alguma insistência nas rádios como o, "Mundo de Aventuras", "Rosa Flor", "Irreal Social" e "Encontro com Mr. Hyde". Um dia destes, quando ia a andar de carro, lembrei-me da música deles e lá fui tentar descobrir e descobri e gostei de recordar.
O álbum de estreia dos Pluto, Bom Dia, é para mim a grande revelação deste ano de 2004, é talvez o melhor álbum de música portuguesa que saiu até agora. Um álbum perfeito e muito ao nível do que de melhor se faz por esse mundo fora. Tem-me acompanhado neste últimos dias, incessantemente, e não me canso de o ouvir. A música, A Vida dos Outros e a Líderes & Filhos, Lda,
servem de caricatura a situações do nosso dia-a-dia, uttilizando algumas das seguintes frases:
A Vida dos Outros
"...Os segredos são de quem os souber guardar
Sei que é um segredo
Eu não conto a ninguém
Era tudo mais fácil se eu estivese lá para ouvir
Eu não conto a ninguém
Era tudo mais fácil se eu estivesse lá para rir
Eu não conto a ninguém
Os segredos são de quem os quiser guardar
basta que entre nós exista
E ao silêncio já não voltas
Não sei como foi nem quero amanhã calar eu espero
..."
Líderes & Filhos, Lda
"Meu pai quando eu nasci disse eu para ti tenho um plano melhor
Vais ter de arranjar outro deus e ser um braço do bem
Seja lá o que isso for
Nunca vão dizer olha tu por ti mas nunca vão olhar pelo que é teu
Quanto a ser maior nunca foi demais
Mas conta-me o que ficou
E o que pensas tu sobre o teu poder
Diz-me o que em ti mudou..."
Faz lembrar alguma coisa?
O mundo da blogosfera permite explorar um sem fim de assuntos, cada um à sua maneira e de acordo com os seus interesses. Existe espaço para tudo; sexo, política, artes, desporto, ambiente, filosofia, religião, tempos livres, culinária...um sem fins de temas. Uns são mais interessantes que outros, quer em conteúdo quer em termos de apresentação gráfica.
Encontrei um que pela informação que tem e por se enquadrar dentro dos meus gostos destaco: largeheartedboy. Graficamente é normal mas a informação actualizada de música e de afins essa é de reter.
p.s. não tentem utilizar o tradutor de português, a tradução não compensa.
Para quem gosta de música das décadas de 70 e 80 eis um lugar a visitar. Encontra-se de tudo, não em muita quantidade, e a qualidade...bem essa é sempre relativa. Aqui fica a dica: 70/80
Os U2 finalmente publicaram o seu álbum, talvez um dos mais aguardados deste ano.
Ao que parece o título escolhido para o álbum, vem no seguimento de um período mais complicado para Bono, a morte do seu pai.
As músicas, consideradas as músicas que eles sempre quiserem escrever e editar, ainda não estão completamente assimiladas o que me leva a não gostar muito do single de estreia, Vertigo. Mas isso não é relevante.
Recordo-me de uma conversa que tive com amigos, de que havia alguns concertos que se viessem a Portugal eu não perdiria de forma alguma, uma dessas bandas são os U2. Ao que parece o grupo poderá visitar o nosso país no ano de 2005, mas ainda são tudo meras especulações. Seja como for se tal suceder irei estar, certamente, entre os muitos milhares que vão afluir ao Alvalade XXI. Agora é esperar para ver!
Hoje foi a noite da Quinta dos Portugueses, da Antena 3. O 2.º aniversário do programa foi no Teatro António Lamoso, em Santa Maria da Feira, e teve início não às 21h como estava previsto mas cerca das 21.30h. A coisa prometia até porque estava quase garantido que os concertos iam ser vistos confortavelmente sentado. O primeiro grupo, da casa, a subir a cena foram os Drive, com música pop, boa voz e uns arranjos interessantes, depois vieram os Prince Wadada, um som mais "jamaicano", os Dealema com o seu som de hip hop portuga e com muita confusão em palco (tive uma certa dificuldade em perceber as letras das músicas), os Mesa (que aprecio particularmente) com uma boa prestação, embora curta, e os Primitive Reason, que acabei por não ver. Mas depois o teatro deixou de ter espaço para tanta gente, e se eu pensava que ia estar sentado e relaxado da vida enganei-me, as pessoas passavam por cima de tudo e todos. O fumo esse era imenso e os olhos ardiam.
Mas apesar desses pequenos problemas foi sem dúvida uma noite diferente e parabéns à Antena 3, que vai demonstrando que é possível termos música portuguesa a passar nas nossas rádios e a pisar os palcos espalhados um pouco por este país.
A Quinta dos Portugueses vai estar em Santa Maria da Feira, no Auditório António Lamoso, no próximo dia 18 de Novembro, pelas 21h. oVou ter então a oportunidade de ver os Mesa ao vivo e mais alguns grupos portugueses, uns conhecidos outros nem por isso.
Este espectáculo, organizado pela Antena 3, vai ter ainda a participação dos
Primitive Reason, Dealema, Prince Wadada e Drive.
Agora é só chegar cedo, pois para ajudar à festa a entrada é gratuíta.
O primeiro álbum do grupo foi considerado um dos melhores do ano de 2003. O segundo veio comprovar que é realmente um dos grandes valores de música portuguesa e para o provar é a constante promoção do disco, através da faixa, "Luz Vaga", que já se encontra no primeiro álbum mas numa versão a solo e bastante diferente, onde participa o Rui Reininho.
A música ouve-se, recomenda-se e fica bem em qualquer momento.
Depois da editora Transformadores, agora com nova apresentação gráfica, eis que aparece uma outra editora portuguesa, a Meifumado. Uma editora que tem como objectivos a edição e a criação de boa música.
Todos os projectos que forem aparecendo nesta área e que permitam a divulgação de novos valores musicais, mesmo que explorando gostos minoritários, deve ser aplaudida.
Alguém me consegue explicar como é que eu converto ficheiros GAMUT 2000 media files (coisa que nunca tinha ouvido até agora) em mp3, para depois gravar para cd? Pois bem se alguém me souber dizer eu agradeço pois ando há bastante tempo para gravar umas coisas que saquei da net e ainda não consegui. Já falei deste tipo de ficheiros a colegas e amigos meus mas a coisa parece não ter solução. O outro probema é que tudo o que eu saco através do e-mule vem neste tipo de ficheiro o que é escalabroso!
Fica a dica e o pedido. Até mais.

Acho que quando ouvi a primeira vez a Adriana Calcanhoto gostei. A voz doce, as baladas calmas, o musicalidade do português do Brasil, a poesia, a presença...Depois tive a oportunidade de a ver, por breves minutos em Coimbra no Pátio da Música, mas devido ao frio, acabámos por ir embora. Depois seguiu-se aquele período de tentar ouvir mais umas coisas, e logo a seguir o Rodrigo Leão convida-a para participar no álbum Alma Mater. Também gosto dessa música.
Agora aparece como Adriana Partimpim. Música para crianças.
O álbum apesar de ser para crianças a partir dos 6 anos de idade (o que não percebo muito bem, pois se é para crianças até os mais pequenitos eram capaz de gostar!!!!), ouve-se muito bem e está de facto muito engraçado, principalmente algumas letras de algumas canções. O álbum também pode ser para os pequenos graúdos!

Há uns tempos atrás referi que tinha estado numa festa de anos que em nada era parecida com as demais. Que nessa festa tinha recebido prendas, um livro, um cd, um DVD e uma carta com 3 poemas dentro, cada um com a sua especificidade.
Pois bem o DVD que recebi foi o do Jeff Buckey - Live in Chicago. Quando o recebi não o ouvi de imediato, aguardei uns tempos para o poder fazer com alguma calma.
Já o ouvi e sem dúvida que a voz é sublime. O melhor mesmo é deixar correr a música e perceber que quando se gosta daquilo que se faz tudo parece ser perfeito.

Viajo no tempo ao ouvir os Heoes del Silencio. Recuo até à minha existência adolescente e às grandes saídas nocturnas que terminavam quase sempre numa discoteca, em que até às tantas da noite o pessoal abanava o capacete e bebiamos umas bebidas, as que o pouco dinheiro dava para comprar, e que já com o sol a raiar regressávamos a casa.
Os Heroes del Silencio, que se já não se fazem ouvir há muito, passavam incessantemente nas rádios e não havia nem bar que não passasse "Entre dos Tierras".
Tenho um amigo, ao qual liguei no dia em que comprei o cd "Senderos de Traición" que simplesmente vibrava com a música da banda. Estivemos a falar, então, das recordações da nossa adolescência, das grandes maluquices que o pessoal fazia, de como o pessal curtia o tempo livre na altura.
Ouvi vezes seguidas o cd e de cada vez que o faço ainda me recordo desses dias, dessas saídas nocturnas, da viagem de finalistas e das noites sem regras.
Há coisas assim.!

Quando olhei para a montra da Valentim de Carvalho e vi que estava em reduções entre os 25% e os 75% entrei sem hesitar. Comecei a procurar mas não havia nada de muito interessante. Vasculhei mais um bocado e olhei para uma capa de um cd single com um nome de um grupo que nunca tinha ouvido falar. Agarrei e comprei!
Agora tenho ouvido o cd, pois gostei muito das faixas que fazem parte deste single, em particular "I'll take my chances". A editora é a MUTE e o álbum é "Never Get Hip".
A ouvir mais nos próximos tempos!
magnatunes - um portal que dá acesso a música de grupos que não são conhecidos do grande público

Os Kings Of Convenience continuam no seu ritmo. Músicas suaves, mas com uma sonoridade capaz de apaziguar conturbações internas. Apraz-me ouvir os sons da guitarra, das vozes que parecem ser as mais perfeitas para aquelas notas musicais. Riot on an Empty Street é uma agradável surpresa, e mostra que mais do mesmo não corresponde, necessariamente, a uma estagnação sem qualidade, antes pelo contrário. The Build-up, a última faixa deste álbum, é para mim uma verdadeira pérola.

Primeiro olhei para o que tinha nas mãos, não conhecia, desconfiei. Agradeci e ouvi atentamente. Liguei a agradecer a prenda e voltei a ouvir. Depois quis mais e procurei e achei e ouvi. Win Mertens , com melodias fantásticas, poesias musicais. Oiço o The Best Of The Win Mertens repetidamente no carro, alto para não ouvir mais nada lá fora. E assim vou.

Morreu um dos maiores músicos de sempre e um dos grandes representantes da cultura portuguesa.
As palavras são poucas para um homem que se expressava através das cordas de uma guitarra portuguesa, por isso fica aqui a minha singela homenagem.
até sempre CARLOS PAREDES. obrigado por tudo. obrigado pela tua música.

Há uns tempos atrás um amigo meu deu-me a conhecer a banda. Lembro-me que na altura nem liguei muito. Entretanto tive a hipótese de o ouvir mais atentamente e fiquei surpreendido, pela positiva. Um som calmo, bem construido e não muito explorado, com esta qualidade, pelas bandas lusas.
Aliás é o que tenho ouvido com maior frequência no meu local de trabalho!
Uma nota para o site, que considero estar muito bem conseguido.
fonte | home studio
Nome: Jaguar
Estilo Musical: Pop
Elementos: Filipa Leão - Voz
Renato Jacobetty - Voz, Guitarra
Eduardo Vinhas - Teclas, Guitarra
João Osório - Teclas, Guitarra
Rodrigo Alfacinha - Bateria & Imagem
Ricardo Mota - Baixo
Biografia: Jaguar é uma banda de Castelo Branco que, com vastas influências musicais abrangendo diferentes sonoridades, apostam no pop alternativo. No som que emana “existe uma vertente roqueira com guitarras próximas do indie-pop e algumas melodias mais electrónicas e experimentais.”
No dia 2 de Outubro de 2002, os Jaguar deram um concerto no porta-aviões norte-americano USS George Washington que cruzou as águas Portuguesas. Antecedendo Three Doors Down, banda quíntupla platina nos Estados Unidos, os Jaguar tocaram para cerca de 5,000 tripulantes, homens e mulheres.
Os Jaguar apresentam ”Pop-Yen”, seu álbum de estreia. Um disco que junta algum teor electrónico experimental de órgãos e samples que em conjunto com outras sonoridades mais convencionais, nos transportam para outras paisagens. Ao vivo são utilizadas uma sequência de imagens projectadas que, em conjunto com as melodias tocadas, cria um ambiente musical a que a banda apelida de Pop-Yen.
A primeira edição de ”Pop-Yen”, o álbum, esgotou em apenas dois meses o que para uma banda em ascensão é bom presságio. Assim sendo há agora lugar para segunda edição com nova capa ao passo que é lançado o segundo single extraído do álbum. Fala-se de “Song #1”, um tema cujo video-clip começa agora a rodar.
Discografia: Single - So Warm
Álbum - Pop- Yen
Influencias: Indie-Pop e Electrónica

De repente ouvi na VH1 uma música dos THE CULT, banda de que tenho alguma saudade.
Este álbum, que morou durante muito tempo nas minhas mãos mas que de um momento para o outro se sumiu para nunca mais voltar, tem algumas músicas que ouvia com regularidade, "Joy", "Star" e "Sacred Life" e das quais gosto muito. Mas infelizmente a banda acabou por desaparecer e o vocalista apareceu o ano passado a substituir o Jim Morrisson. Fazia mais sentido aparecer de novo com a banda original e voltar a deliciar o pessoal com aquelas rockalhadas bem potentes mas sempre com um bom gosto acima da média. Vamos pensar que até sim, que até se reúnem, afinal os ultimos tempos estão fartos disso!

Quando vi os THE CURE no Superbock Super Rock, em 1994, no Cais de Âlcantara, foi para mim um momento memorável. Não sei bem explicar porquê mas desde sempre gostei do som melancólico e algo depressivo que caracteriza os The Cure. Agora eles aí estão, novamente, no Festival de Vilar de Mouros, por isso imagino que no próximo dia 17 haja uma verdadeira peregrinação para ver um dos marcos da música da década de 80. Vão certamente aparecer por lá alguns Robert Smith bem produzidos e vestidos a rigor e vão poder também ouvir músicas do mais recente álbum. Um álbum que aposta na genuinidade da banda e na continuidade, que oferece belíssimas músicas e um reencontro com alguns momentos do passado, quer meus quer, certamente, de muita gente.

Há muito que esperava ouvir mais do Rodrigo Leão e eis que no passado dia 28 de Junho ele editou mais um álbum. Gostaria de o ter comprado de imediato mas não foi possível por isso quando tive a oportunidade de o ouvir na FNAC Chiado não hesitei. Um álbum fantástico, uma verdadeira viagem que permite criar os próprios filmes e com eles alcançar um imaginário quase esquecido.
O "Vangelis" português como já vi escrito algures, faz-se acompanhar de uma série de outros músicos, Ryuichi Sakamoto, Helena Noguerra, Beth Gibbons, vocalista dos Portishead, Rosa Passos e Sónia Tavares, vocalista dos The Gift, e consegue assim uma obra prima.
Vou ouvir muitas vezes este álbum e esperar até dia 2 de Outubro, dia em que vai ao EUROPARQUE, em Santa Maria da Feira, e mais uma vez me deixar envolver por momentos de puro prazer.

Ontem fui comprar a prenda para um amigo meu que fazia 30 anos de idade. A escolha não era fácil até porque estava um pouco distante dos gostos musicais, mas se pretendia arriscar poderia fazê-lo com alguma segurança pois também ele gosta muito de música. Madredeus Electrónico, U2...foram duas hipóteses rapidamente postas de parte quando vi um álbum do Yann Theirsen, "C'Etait Ici" .
Nos entretantos dei uma olhada por os restantes cd´s que povoavam as prateleiras e encontrei, a um preço altamente convidativo, um álbum de um grupo que não conhecia e arrisquei na compra.
Tentei logo ouvir o cd no carro, mas devido ao sistema anti-cópia não consegui, por isso tive que esperar até hoje de manhã para o ouvir, deliciei-me!
Um álbum que atravessa diferentes estilos, do country ao pop a passar por momentos de experimentação bem conseguidos.
Calexico foi então uma descoberta ao acaso e consumido com muito gosto!

Continuo a nutrir uma enorme admiração por este fantástico grupo que desde cedo me cativou. Recordo-me perfeitamente a ocasião em que ouvi pela primeira a Teresa Salgueiro a cantar e prometi a mim próprio que a iria ver na primeira oportunidade que tivesse, e assim foi. No ginásio da Escola José Falcão em Coimbra estavam centenas de pessoas e eu com os meus 17 anos lá estava sentado, maravilhado com todo aquele ambiente, intimista, secreto, terno e lento. Ouviram-se os primeros acordes e logo o silêncio profundo se instalou, na altura ainda era a primeira formação dos Madredeus, e as músicas passaram e alimentavam assim o meu fascínio.
Agora lançaram "Um Amor Infinito" e, segundo Pedro Ayres Magalhães (in Blitz n.~1019) a coisa vai ainda durar até 2007... e possivelmente irá aparecer a Rádio Madredeus, e o projecto até pode continuar com outras sonoridades, com outros intervenientes...
Mas agora dura este amor infinito...depois logo se vê.

imagem » fonte » a naifa
Ouvi qualquer coisa na televisão, depois falaram-me do projecto e a seguir fui descobrir A NAIFA na internet, ouvi as músicas e a minha primeira reacção fui de dúvida...mas o que é que eu estava a ouvir (a caracterização de uma grande parte das famílias portuguesas?), e quem eram aqueles (Luís Varatojo, João Aguardela, Vasco Vaz e Maria Antónia Mendes) que davam vida àquelas letras?
Mas o melhor é mesmo parar para ouvir e passar uns bons momentos, afinal não é muito comum uma tão grande aplicação neste formato de música. Talvez até seja por aí...um caminho alternativo.
» texto » fonte » a naifa
Os primeiros sons de «Canções Subterrâneas», por sugestão dos acordes da guitarra, invocam um bulício de taberna e colocam o ouvinte na expectativa de escutar um rosário de lamentos; uma sucessão de ais, no seu pior nados e criados nos trejeitos do estilo dos intérpretes, no seu melhor nutridos pelos seus sentimentos. As primeiras impressões porém são enganadoras: são filhas do hábito, do mau hábito de pensar o fado e a tradição musical como um dogma, com suas escrituras, seus santos e mártires, pregadores e seguidores autorizados apenas a pequenas revisões respeitadoras da doutrina. A ilusão, criada por A Naifa no início do seu primeiro álbum, termina exactamente ao fim do minuto e quarenta e seis segundos da introdução.
Passados 10 anos lá regressei ao SuperBock Super Rock, desta feita para assistir a um dos concertos mais aguardados deste ano, o dos Pixies.
Fui relativamente cedo para o recinto, quando cheguei os Liars estavam a terminar a sua actuação. Entrado dentro do recinto, coisa bem organizada e rápida, fui fazer uma prospeção de terreno. Lá dentro já deambulavam largos milhares de pessoas (reza a história que estavam cerca de 70 mil pessoas) que saltavam de barraca em barraca em busca de saciar os seus desejos (a organização estava péssima no que toca aos comes e bebes, filas intermináveis e falta de produtos). As horas foram passando, os grupos foram tocando e aproximava-se a hora do grande concerto. Às 21h ouviram-se os primeiros acordes que fizeram, automaticamente, delirar os muitos fãs dos PIXIES.
O alinhamento foi perfeito, fazendo uma retrospectiva do "melhor" do grupo, o público esse assistia, uns em euforia constante, outros numa apreciação muito íntima. Recordo-me de ter comentado que não tinha sentido uma grande comunicação com o público e que não tinha sentido o público a vibrar com a banda, mas de facto a música é uma das melhores formas de comunicação.
Sento que cumpri um desejo, ver os PIXIES ao vivo. Liguei por fim aquelas letras e músicas com as caras, que só existiam, para mim, no pequeno ecrã.
mais logo vai ser assim
18h00 - Liars
19h25 - H. Reasons
21h - Pixies
23h05 - L. Kravitz
01h10 - M. Attack
03h - F. Slim
» texto » fonte: público
Os Liars dão novo significado à palavra rock, os Hundred Reasons exibem a boa forma do metal alternativo britânico, Lenny Kravitz renasce no novo álbum, os Massive Attack abrem a "100th Window" e Fatboy Slim mostra porque é uma estrela das pistas de danças. Mas o concerto mais aguardado da noite - e, para muitos, de todo o festival - é, sem dúvida, o dos Pixies.
É que os rumores confirmaram-se e a mítica banda norte-americana, dada como extinta em 1993, ressuscitou. E o regresso faz história também em Portugal, onde os Pixies se apresentam com o alinhamento original: Frank Black (voz, guitarra), Joey Santiago (guitarra), Kim Deal (baixo) e David Lovering (bateria).
Além da desejada viagem pelos cinco álbuns que fizeram dos Pixies um dos nomes mais importantes na esfera indie do rock, é provável que se sinta um cheiro de novos temas, já que há um disco prometido para breve.
Fatboy Slim, o "alter ego" de Norman Cook, faz de Portugal uma paragem no grupo restrito que compõe a sua curta digressão europeia. O DJ britânico, conhecido por êxitos como "Rockafeller skank", "Praise you" e "Right here, right now" promete uma prestação incendiária para encerrar a décima edição do Super Bock Super Rock.
Mas antes há mais electrónica, embora a puxar para o lado do chamado trip-hop. Os Massive Attack deixam-nos novamente espreitar pelo seu mais recente trabalho de originais, "100th Window". Foi já com esse álbum que a banda de Bristol se apresentou em Lisboa em Maio do ano passado para três concertos esgotados. E memoráveis.
"Rocker" a toda a prova, Lenny Kravitz vem mostrar uma nova vida ou "um renascimento musical e espiritual", que é como o próprio define o recém-lançado novo álbum, "Baptism". O coleccionador de êxitos como "Fly away", "Are you gonna go my way", "American woman" ou "Stillness of heart" vem para a sua segunda actuação em Portugal, depois da muito concorrida estreia no Estádio do Restelo em Junho de 2002.
Bem mais novos nestas andanças são os Hundred Reasons. Nascidos em 1999, conquistaram a atenção da imprensa especializada com a força das músicas ao vivo muito antes de terem um álbum editado. De "next big thing" passaram a banda-revelação do metal alternativo britânico e, finalmente, a uma certeza. Vão já no segundo disco de originais: "Shatterproof Is Not a Challenge".
Dos Liars, diz-se que são uma das melhores bandas ao vivo no seu género. Pós-punk, música de dança e energia em grandes doses fizeram com que a imprensa colocasse a banda de Brooklyn na rota dos melhores nomes saídos da recente vaga de recuperadores do rock, na senda dos Strokes e a par dos White Stripes, Yeah Yeah Yeahs ou The Libertines. Na bagagem trazem o recente "They Were Wrong, So We Drowned".
» foto : fonte: pixelsurgeon
Nada melhor que estar em casa e poder viajar pelas ondas da música. Num ambiente a roçar a perfeição os ZERO7 conseguem transformar os ambientes e transportam o nosso imaginário até à mais calma planície. Tenho pena de não os ter ido ver aquando da vinda deles a Portugal, mas fica sempre o registo, "When It Falls".
Aproxima-se ferozmente o dia do concerto dos concertos em Portugal, o concerto dos Pixies.
Devem-se estar a organizar um pouco por esse país e arredores verdadeiras escursões para o próximo dia 11 de Junho. Fãs e meros curiosos vão rumo à capital ver uma lenda da música dos anos 80 e que marcou a adolescência de muitos teens. Para quem não conhece o trabalho da banda ou para aqueles que a queiram apenas revisitar o album Wave of Mutilation - The Best Of by Pixies é uma boa referência, pois dá a conhecer o melhor que marcou os diferentes albuns. A ouvir com toda a atenção, vale a pena!
Tracklisting do Wave of Mutilation - The Best Of by Pixies
1. Bone Machine
2. Nimrod's Son
3. The Holiday Song
4. Caribou
5. Broken Face
6. Gigantic
7. Vamos
8. Hey
9. Monkey Gone To Heaven
10. Debaser
11. Gouge Away
12. Wave Of Mutilation
13. Here Comes Your Man
14. Tame
15. Where Is My Mind?
16. Into The White
17. Velouria
18. Allison
19. Dig For Fire
20. U-Mass
21. Alec Eiffel
22. Planet Of Sound
23. Winterlong
designer: Patent Peding
fonte: gigposters
Depois de uma primeira referência às últimas faixas compostas por o grupo, que até agora não tinha ouvido, tenho que dizer que são fantásticas, embora seja dificil definir o estilo o que se prendem. Tanto poderiam representar um estilo mais experimental, à imagem de Mike Oldfield com Tubular Bells (cd de comemoração do 25.º aniversário), como uma divagação pelos sons ambientes de excelente técnica e envolvência. A pensar no concerto de 2003 no Coliseu do Porto, este último trabalho deve dar frutos mais que suficientes para uma apresentação memorável.
Espero.
Elas começam a aparecer um pouco por todo o país, quer sediadas em bibliotecas, quer em casas da cultura, quer ainda em espaços autónomos. São espaços privilegiados para aqueles que querem ouvir música, conhecer novas sonoridades, ler revistas sobre a temática, ver dvd´s, enfim uma imensidão de oportunidades. Para além disso é possível, em alguns casos, levar para casa os cd´s, dvd´s ou vhs e assim ouvir mais calmamente. A oferta é vasta, a actualização das obras é relativamente recente o que permite andar sempre a par das novidades.
As fonotecas são para usar e abusar...e elas estão aí à espera de todos!
Um excelente exemplo do que pode ser um serviço público é a Fonoteca de Lisboa que disponibiliza uma série de serviços on-line extremamente interessante.

Também descobri!
É isso que a música também tem de bom, estamos sempre a encontrar coisas novas.
O album dos The Calling ( banda da cidade dos anjos), que estou a ouvir é o segundo da banda, "Two", que estreou a 24 de Maio.
Para quem é fã da música dos anos 80 e espera encontrar e ter toda a informação possível e imaginária eis aqui um sitio digno de passagem e de registo.
Boas memórias!

Na minha tentativa de ouvir sons que não estejam nas playlists das rádios encontrei os The Servant com o album "The Servant" editado já este ano de 2004. A música é cheia de força e com uma sonoridade um pouco diferente, pois tem uma mistura de diferentes estilos embora "beba" muito de pop electrónico.

Numa possível tentativa de ir ao encontro dos fãs os Sigur Rós apresentam um EP com 3 faixas;
track 01. Ba Ba - 06:12
track 02. Ti Ki - 08:49
track 03. Di Do - 05:42
Certamente e para não fugir à regra serão 20:03 de puro deleite.
Parece que os Cure estão de volta, passados quatro anos, com um novo album de originais. O público português que os vai poder ver no festival de Vilar de Mouros no próximo dia 17 de Julho, pode já ouvir as faixas que compõem este trabalho, que ao que parece vai ter um nome muito simples, The Cure.
Agora é esperar para ver e ouvir.
ando um bocado farto da música que toda a gente ouve, da música empacotada, da música das massas. quero ouvir coisas diferentes mas também não consigo definir muito bem o quê. tiro à sorte nomes que em dado momento me causam alguma simpatia e oiço e chego à conclusão que não eram bem aquilo que procurava. será que acontece isto a toda a gente? será que é uma crise de identidade musical? porque é que me acontece agora a mim? Não sei.
Sei que sinto essa vontade e com ela me vou perdendo.
O site da revista Mondo Bizarre (revista portuguesa de música) vale a pena ser visitado nem que seja pela excelente agenda que apresentam sobre concertos a realizar no nosso país. Mas há mais, muito mais!

Comecei a comprar os cd´s que saem com DN, resultado de uma parceria deste jornal, TSF e a nova editora portuguesa Transformadores e ainda bem. O cd desta semana é de um grupo, para mim completamente desconhecido, os FLUX. Uma óptima e agradável surpresa. Pode ser que sejam o próximo grupo na berra, pois o som que apresentam está bem elaborado. A seguir.
FLUX ,a. 1.corrente a. 2.qualquer descarga normal de fluidos do corpo humano. 3.flutuação contínua. 4.sub-stância utilizada para induzir a fusão de metais e minerais.
Banda de Lisboa formada em 2001.
Após dois anos de intenso trabalho, os Flux vão finalmente apresentar o seu novo CD, ‘Roulette’.
Sendo zonsiderados uma das revelações do ano de 2003, o tema ‘Joe Bigod’s Co k Dan e’, single extraído do
long-play ROULETTE, é um exemplo claro do universo musical do grupo estando já a rodar em playlist na
Antena 3.
Sendo um grupo excepcionalmente vocacionado para concertos ao vivo, este disco abre perspectivas para um
novo conceito de espectáculo que o grupo se encontra a preparar.
Colaboraram ainda na banda sonora do filme “Radio Relâmpago” de José Nascimento.
FLUX:
richard redroso guitarras
roland cernavoda teclados
samuel palitos bateria
nuno g.m. voz
manuel costa baixo
fonte: transformadores
O Diário de Notícias continua na sua senda de promover a música e de facturar mais umas coroas. Agora lançou a dvdteca, uma colecção de 18 dvd´s que abrande o pop e o rock. Pessoalmente já estive a fazer a minha selecção e nem com o dvd como oferta final me tento a fazer a colecção toda.
The Cure - Triloggy
Inxs - Live baby live
Pretenders - Loose in L.A
Suede - Introducing the band
Music for Montsserrat
Janet Jackon - The velvet rope
The Cult - Pure Cult
Os irlandeses The Corrs estreiam-se em palcos portugueses no próximo dia 16 de Julho.
O concerto terá lugar no Estádio Municipal de Braga e serve de promoção ao novo álbum da banda, com edição prevista para 24 de Maio.
Parece que voltaram cheios de força, os Pixies. Agora que vão começar a digressão viram-se para a net. Se até agora só podiamos ter acesso à informação através da editora 4ad, agora podemos visitar o site oficial e saber todas novidades.
Espera-se um novo álbum dos Radiohead já para este mês, a estrear antes do dia 15 de Abril.
Não era um album que se estava à espera visto ter sido realizado devido aos compromissos existentes ente a banda e a editora, mas é sempre um momento de contactar de novo com a banda.
Eu já ouvi e gostei.
Em tempo de crise o cenário para a música portuguesa parece querer ganhar novo fôlego. Vai nascer uma nova produtora independente que se irá chamar "Transformadores" e que lançara para a praça novos valores portugueses. A esta iniciativa "instituições" decidiram juntar-se outras duas "instituições", o DNmúsica e a TSF, assegurando em primeiro lugar a veiculação da edição dos discos e garantindo a divulgação em rádio dos novos títulos. Assim vai ser possível adquirir mensalmente um destes novos trabalhos, pelo DN, impulsionando assim a muita e boa música que se vai fazendo por aí.
A iniciativa começa já dia 23 de Abril, sexta-feira, com o cd de estreia do quinteto Tati, por apenas mais 9.90€.
Os Dead Combo serão também uma das bandas disponíveis no Catálogo desta nova editora independente, os mesmos que entraram no cd de homenagem a Carlos Paredes, "Movimentos Perpétuos", que actuaram no CCB e que têm disponível na net algum do seu material.
comfortable
not drinking too much
regular exercise at the gym (3days a week)
getting on better with your associate employee contemporaries
at ease
eating well (no more microwave dinners and saturated fats)
a patient better driver
a safer car (baby smiling in back seat)
sleeping well (no bad dreams)
no paranoia
careful to all animals (never washing spiders down the plughole)
keep in contact with old friends (enjoy a drink now and then)
will frequently check credit at (moral) bank (hole in wall)
favours for favours
fond but not in love (girlfriends and wives)
charity stanbding orders
on sundays ring road supermarket
(no killing moths or putting boiling water on the ants)
car wash (also on sundays)
no longer afraid of the dark
or midday shadows
nothing so ridiculoiusly teenage and desperate
nothing so childish
at a better pace
slower and more calculated
no chance of escape
now self-employed (his own man is_)
concerned (but powerless)
an empowered & informed member of society (pragmatism not idealism)
will not cry in public
girlfriends and wives
less chance of illness
tyres that grip in the wet (shot of baby strapped in back seat)
clean shaven
a good memory
still cries at a good film
still kisses with saliva
no longer empty and frantic
like a cat
tied to a stick
that's driven into
frozen winter shit (the ability to laugh at weakness)
calm
fitter, healthier and more productive
a pig
in a cage
on antibiotics
radiohead - ok computer

Espera-se um trabalho este ano, deseja-se e anseia-se por um trabalho este ano. Senhores de uma acústica fora de série, fazem músicas calmas, pacíficas e de muito bom gosto.
A ouvir sem parar, sozinho, num bar, acompanhado, na praia, no campo, no jardim, a trabalhar, de férias... em todos os ambientes.

Eis o meu segundo dvd! Este foi igualmente oferecido o que muito me satisfaz, pois mais uma vez os amigos acertam. Apesar do meu contacto com este grupo seja menor, o apreço que tenho não o é, antes pelo contário. Já conhecia o álbum, Dummy, que tenho e que gosto bastante, mas nunca tive a pretensão de ter o dvd do grupo. Portishead - roseland new york, está muito bom, quer graficamente, quer em termos artísticos. A voz de Beth Gibbons é em dúvida excelente, e a mistura com a música clássica dá um ambiente ainda mais intimista.
A ouvir de olhos fechados e a imaginar a imaginação!!!
Yann Tiersen aparece no mais recente álbum dos Divine Comedy. Já tive a oportunidade de ouvir a música e funciona extremamente bem a fusão destes dois artistas (Neil Hannon e Yann). A faixa que aparece no cd, "Absent Friends", intitulada "Sticks and Stones" dispensa qualquer tipo de apresentação, é boa e pronto!
Ontem saiu no Público o cd duplo Movimentos Perpétuos - Música para Carlos Paredes. Este é um trabalho que reune vários músicos, de diferentes estilos, que assim prestam uma homenagem a esse icon da música portuguesa. Confesso que era um cd que perseguia há algum tempo, inclusivamente já o tinha mas em formato mp3, e por isso acabei por não resistir e comprar.
Tem músicas de excelente qualidade e ontem pela madrugada tive oportunidade de o apreciar! Sabe bem estar assim, calmo e sereno.
Estava perdido nos meus cd´s de mp3 que habitam a minha mesa e descobri algo que estava guardado mas que não me era totalmente desconhecido, Hope Sandoval.
A sonoridade é belessíma e a voz leva-nos ao limite da incerteza.
A ouvir com descontração e com ouvidos bem abertos!
Tive a sorte de o dvd dos coldplay me ter sido oferecido no meu aniversário, sorte talvez não seja o termo, visto o ter andado a namorar durante algum tempo, mas confesso que fiquei bastante satisfeito.
Contudo acho que o dvd tem uma pequena falha, não refere em lado nenhum a passagem do grupo em Portugal, a 9 de Abril de 2003. Na Tour Diary documentary apenas existe uma referência a Portugal, mas é muito subjectiva. É feita uma pergunta ao baixista, a qual não ouvimos e a resposta é : -"Suiça e Portugal.". Depreende-se que a pergunta seja qualquer coisa do género: -"Quais foram os países onde gostou mais de actuar?" ou "Quais foram os países que gostou mais?".
Mas tirando todas essas suposições e apreciações mais pessoais a verdade é que me rendi aos dvd´s de música e até já pedi a um amigo meu que me arranja-se o dvd dos Smashing Pumpkins.!
Agora é consumir com muita moderação porque afinal isso dos dvd´s ainda sai caro!
Depois de ter ficado a saber que o Yann Tiersen ia regressar ao nosso país, a 10 e 12 de Junho, Lisboa e Figueira da Foz, respectivamente, fui presenteado com a banda sonora do filme Good Bye Lenine. Depois do ter ouvido e o ter saboreado até ao tutano, fiquei com grande vontade de o ir ver, aliás essa é uma forte possibilidade, visto que quando esteve em Portugal da última vez optei por não o ir ver...má escolha.
A juntar a tudo isto fica a referência ao site, que merece ser visitado.
Uma agradável surpresa. Não sei onde ouvir falar deles, sei que saquei 3 albuns e já ouvi 2, "Origin of Simmestry" e Showbiz", e fiquei com a sonoridade no ouvido. Fazem-me lembrar, em algumas passagens, os Placebo, mas acho-os com bom nível.
green plastic for the fans
Parece que o tão apreciado mp3 vai receber alterações significativas, alterações essas que não sei se vão agradar à larga maioria dos utilizadores, mas para se saber mais:

Eis uma excelente surpresa. Música para ouvir, para descontrair, para ser seduzido. Uma boa aposta para este início de ano.
Nunca tinha tomado grande atenção à letra desta música dos Supertramp mas agora que a explorei, faz tanto sentido.
logical song
When I was young
It seemed that life was so wonderful
A miracle, oh it was beautiful, magical
And all the birds in the trees
They'd be singing so happily joyfully
Oh, playfully watching me
But then they send me away
To teach me how to be sensible, logical
Or responsible, practical
And they showed me a world
Where I could be so dependable
Or clinical, or intellectual, cynical
There are times when all the world's asleep
The questions run too deep for such a simple man
Won't you please, please tell me what we've learned
I know it sounds absurd but please tell me who I am
I said, now watch what you say
They'll be calling you a radical
Liberal, fanatical, criminal
Won't you sign up your name
We'd like to feel you're acceptable
Respectable, or presentable, or a vegetable
---- Instrumental Interlude ----
At night, when all the world's asleep
The questions run so deep
For such a simple man
Won't you please
Please tell me what we've learned
I know it sounds absurd
Please tell me who I am
Who I am
Who I am
Who I am

Este ano vai-se comemorar o 10.º aniversário do SuperBock SuperRock. Ainda não tive a oportunidade de ver a programação para este ano mas um dos grupos que vai estar presente é sem dúvida uma das grandes referências da música, os Pixies. Foi através de um amigo meu que fiquei da grande novidade. Assim já posso programar também as minhas férias para dar uma escapada até Lisboa e reviver os aniversários de garagem da minha adolescência...

Não consigo deixar de ouvir e recomendar vivamente...entusiasticamente, aliás não fazia nada mal ao Festival Rock In Lisboa se viessem cá, assim dava mais brio ao que parece estar tão pobre.
A revista Rolling Stone publicou em Fevereiro uma listagem dos 500 melhores albuns da história, a saber os primeiros 50:
1. Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band, The Beatles
2. Pet Sounds, The Beach Boys
3. Revolver, The Beatles
4. Highway 61 Revisited, Bob Dylan
5. Rubber Soul, The Beatles
6. What's Going On, Marvin Gaye
7. Exile on Main Street, The Rolling Stones
8. London Calling, The Clash
9. Blonde on Blonde, Bob Dylan
10. The Beatles ("The White Album"), The Beatles
11. The Sun Sessions, Elvis Presley
12. Kind of Blue, Miles Davis
13. Velvet Underground and Nico, The Velvet Underground
14. Abbey Road, The Beatles
15. Are You Experienced?, The Jimi Hendrix Experience
16. Blood on the Tracks, Bob Dylan
17. Nevermind, Nirvana
18. Born to Run, Bruce Springsteen
19. Astral Weeks, Van Morrison
20. Thriller, Michael Jackson
21. The Great Twenty-Eight, Chuck Berry
22. Plastic Ono Band, John Lennon
23. Innervisions, Stevie Wonder
24. Live at the Apollo (1963), James Brown
25. Rumours, Fleetwood Mac
26. The Joshua Tree, U2
27. King of the Delta Blues Singers, Vol. 1, Robert Johnson
28. Who's Next, The Who
29. Led Zeppelin, Led Zeppelin
30. Blue, Joni Mitchell
31. Bringing It All Back Home, Bob Dylan
32. Let It Bleed, The Rolling Stones
33. Ramones, Ramones
34. Music From Big Pink, The Band
35. The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders From Mars, David Bowie
36. Tapestry, Carole King
37. Hotel California, The Eagles
38. The Anthology, 1947 - 1972, Muddy Waters
39. Please Please Me, The Beatles
40. Forever Changes, Love
41. Never Mind the Bollocks, Here's the Sex Pistols, The Sex Pistols
42. The Doors, The Doors
43. The Dark Side of the Moon, Pink Floyd
44. Horses, Patti Smith
45. The Band, The Band
46. Legend, Bob Marley and the Wailers
47. A Love Supreme, John Coltrane
48. It Takes a Nation of Millions to Hold Us Back, Public Enemy
49. At Fillmore East, The Allman Brothers Band
50. Here's Little Richard, Little Richard
O tempo como sabem é de crise mas não devemos descurar os nossos gostos, isto é, devemos continuar, pelo menos tentar, a oferecer prendas ao nosso self. Sejam elas quais foram, porque se esta vida tem muitas coisas menos boas também tem, certamente, outras muito boas e uma delas, para mim, é a música.
A Finalmente Nasce Alguma Cultura está com algumas promoções em conta, outras nem por isso, e é altura de aproveitar e foi isso mesmo que fiz, aproveitei para aumentar a minha colecção de cd´s. Não foi contudo uma compra sem propósito, foi sim um investimento em dois albúns do Rodrigo Leão com os Vox Ensemble "Ave Mundi Luminar" e "Mysterium". Já os ouvi, já os apreciei e recomendo-os. Música com um ambiente, com qualidade, com muita portugália à mistura.
Uma inspiração para a nossa nostalgia?

No dia 8 de Junho a Norah Jones vai estar em Lisboa, talvez já a apresentar o seu novo álbum Feels Like Home e considero que esta é uma oportunidade única para ouvir uma das melhores vozes da panorâmica da música actual.
Na continuidade do dia de ontem, sexta-feira, e da minha necessidade de algum descanso mental apareceu, de forma inesperada, a possibilidade de ir ver um espectáculo ao Europarque em Santa Maria da Feira. Por ser totalmente inesperado revelou-se como uma alternativa a aceitar até porque conheço os nomes individualmente, e muito pouco dos seus trabalhos.
Rao Kyao, conhecido músico de flauta de bambu, e António Chainho, um dos mestres da Guitarra Portuguesa, juntaram-se a mais dois nomes, para mim desconhecidos, António Pinto e Marta Dias, esta última uma descoberta fantástica pela sua belissima voz.
Foram 1h.30m de música excelente, execução deliciosa e relaxe necessário.
Eles vão andar por aí e recomendo vivamente um encontro com o novo estilo de fado.
O site ANANOVA noticiou no passado dia 15 de Janeiro uma notícia que dá como certa a presença dos PIXIES no Festival Coachella, a realizar nos Estados Unidos em Maio. A ser verdade, e não passando de rumores, este pode ser o momento do reencontro do grupo, embora se diga que nem todos os elementos estão disponíveis, contudo esta é uma notícia que merece a maior atenção até porque espera-se uma tornée em solo americano. Agora só resta sonhar que a banda se lembre de visitar o velho continente e esperar que alguma empresa de organização de eventos se lembre de Portugal.
A par dos Pixies estão praticamente defenidas uma série de bandas que irão actuar durante os dias do Festival (Coachella rumors), umas estão certas, outras são fortes possibilidades outras ainda meras possibilidades, mas a ser assim vai ser um Festival de se lhe tirar o chapéu!
Para os mais interessados aqui ficam as tais ditas bandas, divididas em confirmadas, forte possibilidades e meras possibilidades:
The Pixies [5/1 Urb/MTV]
Kraftwerk [5/1 MTV]
Electric Six [5/1 Pollstar]
LCD Soundsystem [5/1 Billions]
Sahara Hotnights [5/1 Pollstar]
The (International) Noise Conspiracy [5/1 Pollstar]
The Thrills [5/2 Pollstar]
Prefuse 73 [5/2 Pollstar]
Sidestepper [5/2 Pollstar]
T. Raumschmiere [5/2 Pollstar]
Air [date unknown Billboard]
Death Cab for Cutie [date unknown Pitchfork]
The Sleepy Jackson [date unknown Astralwerks]
Strongly Rumored
(Band names that just keep coming up)
Broken Social Scene
Flaming Lips
Chemical Brothers (tip via email)
Rumors
(Bands mentioned once or twice on message boards. Take with a handful of salt)
Nine Inch Nails
PJ Harvey
British Sea Power
The Locust
Loose Fur
Jets to Brazil
Prodigy
The Jam Reunion
Constantines
Planes Mistaken for Stars
Desert Sessions
Massive Attack
Belle and Sebastian
Kings of Leon
The Rapture
The Cure
Paul McCartney (tip via email)
Weezer (via email)
The Strokes (via email)
The Black Keys (via email)
Basement Jaxx (via email)
Dizzee Rascal (via email)
Damien Rice (via email)
Four Tet (via email)
Lots of speculation.

Mais uma das referências da música. Um estilo diferente, mas grandes músicas também. Foi um amigo meu que me deu a conhecer os Sisters. Não fui a nenhum concerto que eles deram em Portugal (1991 e 2001), mas de vez em quando rolam os sons góticos cheios de energia.

Um dos ícones dos anos 90 e um dos mitos da música para a geração que cresceu a ouvir Nirvana, por tudo o que eras sítio.
Eu fui grande fã, levava uma cassete comigo para todo o lado e onde estava era quase obrigatório pedir para ouvir. Recordo-me de uma visita de estudo que fiz e durante todo o percurso a única coisa que se ouviu no autocarro foi o albúm Nevermind. Quem não se lembra de célebre música, "Smells Like Teen Spirit"? Toda a gente a sabe cantarolar.
Depois seguiram-se outros trabalhos, mas "Nervermind" fica certamente acima da média, para mim claro.

Um dos grupos que vieram revolucionar o panorâmica da música a nível mundial. Uma voz inconfundível aliado a um estilo que fez as delícias da malta jovem, essencialmente, na década de 90. Grandes músicas, grandes performances e um enorme rol de fãs por esse Portugal.
Mesmo depois do último albúm editado, Lost Dogs, ter sido considerado um dos melhores de 2003, continua a ser bom reviver os velhos êxitos. Sabe sempre bem.

Esta foi mais uma imagem sonora que o Natal me trouxe. E é tão bom chegar a casa e poder ouvir estas coisas.
Comecei pelo SIMPLE PLEASURE, que graças aos programas de partilha consegui arranjar, e depois foi só apreciar.

Este é um daqueles grupos ou se gosta ou nem por isso. É um daqueles grupos que tem muito para falar ou nem se quer falar, que tem excelentes músicas, que eu gosto particularmente... que pode até deprimir, mas que continua a ser deliciosamente devorado, que se ouve ineterruptamente...é o que oiço agora.
BIOGRAFIA
Natural da Escócia, Thom Yorke cresceu em Oxford, para onde a sua família se mudou quando tinha 8 anos. É aí que dá os primeiros passos como músico quando algures em 1982, nos seus 14 anos, pediu a Colin Greenwood para se juntar a ele numa nova banda com Ed O'Brien. Thom e Colin estavam numa banda punk chamada TNT. Phil Selway, outro amigo da escola de Abingdom, tornou-se o baterista. O irmão de Colin, Jonny Greenwood, também quis entrar.
A banda fez a sua estreia em Oxford, uns anos mais tarde, em 1987. Chamavam-se, então, On A Friday, por tocarem sempre às sextas. A primeira demo foi feita em 1991. Algumas demos depois, assinam pela EMI. Com o tempo mudam o nome para Radiohead, título de uma música do álbum "True Stories" dos Talking Heads.
Em Março de 1992 era editado o EP Drill, mas atingiu uma fraca posição na tabela de singles do Reino Unido (#101). A Paul Kolderie e Sean Slade, os produtores, e à banda, desagradavam-lhes os temas que a Parlophone tinha escolhido. E diz Paul Kolderie: "e uma vez nos ensaios chegaram com uma canção que julguei que tivessem escrito. quando acabaram, Thom murmurou algo como: 'essa é a nossa música Scott Walker'... mas pensei que tivesse dito: 'essa é uma música do Scott Walker'. Agora, eu estava bastante familiarizado com o Scott Walker, mas bem, existem vários álbuns e podia ter-me escapado alguma coisa! Quando saímos dos ensaios nessa noite o Sean disse:'É uma pena que a melhor música deles seja uma cover'...".
Essa música era Creep. Afirma-se que a banda não era grande entusiasta de Creep. Aliás, os ruídos esmagadores que Jonny faz com a guitarra são uma tentativa de arruinar o tema. Em setembro de 1992 é editado Creep, passando a leste das atenções.
O álbum Pablo Honey foi acabado em 3 semanas. Um ano depois de Creep, com o álbum de estreia editado com sucesso nos circuitos "alternativos" dos dois lados do Atlântico, o mesmo Creep garante ao grupo o seu primeiro momento de mega-exposição. E fica inscrito na história da música de 90.
O ano de 1994 leva o grupo aos palcos dos principais festivais de Verão e, pouco depois, a uma segunda digressão britânica. A fechar o ano lançam o EP My Iron Lung.
Sinais de mudança chegam, na Primavera de 95, ao som de High & Dry, o single que anuncia a chegada de The Bends, notória evolução no discuro musical dos Radiohead. John Leckie produziu o disco. Sem esmagar o mercado, The Bends garantiu uma quse unânimidade de aplausos e cimenta o estatuto de referência de que o grupo goza. Um óasis de personalidade em tempos de domínio brit-pop.
Operações de benificiência como o álbum Help! (para o War Child) e a participação nos Tibetan Freedom Concerts ocuparam parte do tempo antes da gravação de OK Computer.
OK Computer era então editado em Junho de 1997 perante elogios superlativos chegando, inclusivé, a receber um Grammy para "Melhor Álbum Alternativo". Seguiu-se a "Against Demons World Tour". Grant Gee, director do vídeo No Surprises, acompanhou a banda na digressão e filmou a sua vida agitada de novas rock stars, o que resultou no documentário Meeting People Is Easy.
Após algumas aparições como no "Amnesty International Concert" em Paris, a banda regressa ao estúdio para as gravações de Kid A. Mas o contacto com os fãs mantém-se. Realizam-se 3 webcasts e Ed escreve um diário online durante as sessões de gravação.
Kid A é editado a 2 de Junho de 2000. Não houve nenhum suporte promocional. Videoclips, sessões fotográficas, nada. Mas o álbum alcançou um relativo sucesso comercial, atingindo um nº 1 nos EUA e recebendo mais um Grammy.
Amnesiac é editado a 4 de Junho de 2001, contendo material das sessões de gravação de Kid A. O tema que encerra o disco, Life In A Glasshouse, inclui uma participação do trompetista jazz Humphrey Lyttleton. Pyramid Song e Knives Out são editados como singles, mercando o regresso da banda aos circuitos comerciais. Amnesiac vende ainda mais cópias que Kid A.
Segue-se uma digressão pela Europa, América do Norte e Japão. As gravações ao vivo desta digressão são compiladas num EP de 8 faixas intitulado I Might Be Wrong - Live Recordings. Este EP inclui temas dos álbuns Kid A e Amnesiac, contendo uma versão brilhante do tema Like Spinning Plates. A estes acrescenta-se um inédito, nunca antes editado - True Love Waits, em versão acústica.
Em Julho de 2002 os Radiohead voltam para o estúdio, acompanhados de Nigel Godrich, para preparar o sucessor de "Amnesiac". De fins de Julho a princípios de Agosto fazem uma pausa para fazer uma mini-digressão pela Península Ibérica: 5 concertos em Portugal, 6 em Espanha. Os bilhetes esgotam-se num ápice, o que prova a grande devoção do povo ibérico. São apresentados inúmeros temas novos e a aceitação é positiva.
Hail To The Thief foi lançado em de Junho de 2003. Por muitos foi considerado por um dos melhores albuns do ano, facto que tem acontecido em termos internacionais com relativa frequência. O album que fecha a triologia do Kid A e Amesiac.
e de novo na listagem da música que gosto...

O primeiro contacto mais a sério deu-se com o álbum "Strange Little Girl", onde as baladas são profundas e por vezes angustiantes. Depois foram algumas músicas soltas, onde alguns covers davam melhor alma ao original, e por aí adiante. Ontem foi o album "Scarlet's Walk", de 2002, mas já sei que nos presenteou com uma compilação "Tales of a Librarian", que contém dois cd's/dvd, onde reúne as suas melhores músicas e outras inéditas, mas julgo que ainda não chegou a terras lusas.
Entretanto vou ouvindo o que tenho por cá!

Um estilo de música diferente e por isso mesmo eu gosto. Um dos percursores da música electrónica que têm feito trabalhos muito bons e caso disso é o último álbum, EXCITER.
Quem não se lembra de "Enjoy de Silence", "Personal Jesus", "Walking in My Shoes " ou "Condemnation".
E agora para aproveitar a onda dos DVD´s saiu, DEPECHE MODE 101, que já recebeu críticas bastante favoráveis.
Depois de ter visto o filme "Magnólia" e de o ter considerado um dos melhores filmes que vi até hoje fiquei curioso com banda sonora. Andei a ver e acabei por comprar o cd do filme. Ouvi e gostei.
A música é óptima para relaxar, uma voz feminina que de destaca das demais e que espero que venha a Portugal.

Julgo que já referi o meu interesse pelos U2, mas nunca é demais mencionar uma banda que marcou vários momentos importantes na minha vida, desde viagem de finalistas até férias de Verão.
Uma banda de alcance global que luta pela desigualdade. São conhecidas as várias manifestações de BONO VOX junto de entidades de nível mundial com o objectivo de lutar contra aqueles que são vítimas do abuso de poder.
A música, deles, que já passou por várias fases e que leva sempre a uma espera ansiosa por novos trabalhos, tem para mim um expoente máximo, o album ACTHUNG BABY.

As melodias fantásticas e as letras são igualmente únicas. Um album onde é difícil destacar o que quer que seja, mas aqu ficam algumas: One, Until the End of the World, So Cruel, Love is Blindness...
Espero por mais.

Depois de o mundo inteiro ter sido bombardeado com o música "Gabriel" do albúm "What Sound" eu fiquei a conhecer melhor os LAMB e quis conhecer melhor os albuns anteriores. Depois de o ter feito andei durante dias a ouvir os Lamb, coisa que faço quando encontro algo de novo que gosto, e a promoter-me que iria ver um concerto deles caso viessem, novamente cá. O concerto está aí, em Lisboa, e eu não posso ir. Fico à espera de nova oportunidade.
O grupo, e não sei se é por puro markting, diz que gosta muito de Portugal e dos fãs que tem por cá, ora eu sou de cá e sou grande apreciador. Ainda não tive hipótese de ouvir o último mas é coisa para breve.
A musicália deles faz-me imaginar uma coreografia para uma dança, acho a música muito moldável à dança, e faz-me viajar intensamente.

Um grupo desconhecido da maioria e que me agrada particularmente. Típico som da década de 80 o álbum Shock Of Daylight & Head and Hearts, editado em 1996, faz-me crer que é díficil encontrar algo tão bom.
Já o ouvi dezenas de vezes e a música Longest Days, a segunda do álbum, é deliciosa.
Ora aí está um concerto que passou despercebido à maior parte das pessoas, mas que moblizou um painel de artistas que fazem deste concerto um dos mais importantes, se não o mais importante do ano de 2003
Ainda na senda dos grupos de música que polvilham o meu gosto musical, não podia deixar de referir os Dead Can Dance. Descobri o grupo através de um amigo meu, Parreira e reconheço que fiquei grande apreciador. Mais uma vez tenho que referir que nem todas as músicas que enchem os ouvidos, mas outras acompanham-se de uma melodia envolvente capaz de nos transpostar para paisagens sublimes.
A voz de Brendan Perry and Lisa Gerrard não deixam ninguém indiferente, mesmo que à partida se julgue que não se gosta.
Depois podia falar nos This Mortal Coil, mas fica para uma próxima.

E para terminar esta noite de música, não podia deixar de falar dos Sigur-Rós.
Estive no concerto que eles deram no Coliseu do Porto este ano, e devo de dizer que foi qualquer coisa de fenomenal.
Entrei para o recinto quase duas horas mais cedo e pode ouvir os preparativos do espectáculo, quer em termos de música quer em termos de iluminação. Até isso foi fantástico.
Mesmo com frio a inspiração levou-os a criar ambientes quentes, silenciosos, intímos, quase perfeitos e eu deixei-me levar na onda, por vezes celestial.
Não posso deixar de falar novamente no concerto, senti a pela a eriçar mais do que uma vez, a plateia estava absorta, como que adormecida por um som hipnótico, o silêncio só se comparava aos do fado, e por fim as palmas saltavam de forma apressada, querida e de um apreço enorme, como que num agradecimento falado.
É bom para relaxar, para viajar, para desejar ou só para ouvir.

Continua a fazer-me companhia e eu agradeço, embora não tenha apreciado muito o último albúm.
Cascade para mim continua a ser um dos expoentes máximos do ex-vocalista dos Bauhaus.
Ficam contudo as recordações, muitas e boas.
nota: repare-se no nome do autor da foto acima, é de um português pois claro, Paulo Moreira.

Existem como disse, muitos grupos que representam algo, alguma coisa, ou alguém para mim e os The Cure são um desses grupos. Descobri o grupo na minha adolescência quando convivia com pessoas que se auto denominavam como góticos, ou algo parecido... e a partir daí passei a ser um apreciador, é certo que nem de todas as músicas gosto, dos Cure.
Gosto particularmente dos álbuns, "Wish" e "Desintegration", pelas melodioas e letras fantásticas que têm, aliás este último tem uma das músicas que mais gosto, "Love Song".
E continuo a ouvir e não me canso, e porque nós até nem nos cansamos quer das coisas bonitas quer das coisas que gostamos.
Há muito que quero fazer uma listagem das músicas que mais gosto bem como dos grupos, mas acabo sempre por desistir, pois considero a tarefa quer ingrata quer difícil. Mas se a tivesse que fazer teria muito por onde escolher, visto que associo a cada música ou a cada grupo, uma fase da minha vida ou um momento em particular. Aliás de cada vez que oiço música tenho algo parecido com a sinestesia, isto é, consigo associar à música que oiço a sensação de conforto e facilmente consigo "ver" a prestação do artista. É estranho?, eu considero bestial.
Também por isso ando sempre a tentar conhecer coisas novas ou aprofundar conhecimentos que tenho sobre determinado artista ou grupo.
Ouvir música é realmente fantástico.
São sem dúvida uma das minhas bandas favoritas. Recordo-me perfeitamente da primeira vez que ouvi Pixies, foi na festa de anos de uma amiga minha, devia de ter 15/16 anos, e aquela música pareceu-me um bocado esquisita, comparando com o que ouvia normalmente.
Na altura quando apareceram, rápido se transformaram em moda, e em todo o lado se ouviam os PIXIES, talvez por isso tenha ido na onda e pela onda tenha descoberto umas minhas referências musicais, que só se comparou, mais tarde com os NIRVANA e os PEARL JAM.
Agora fala-se da possibilidade de eles se reunirem, o que seria magnífico, e até a antiga editora a 4ad, já está a sofrer, com centenas mails a cairem todos os dias. A par dessa enchente a editora já referiu que ia editar um DVD com toda a sua obra.
A ver vamos se passam dos simples rumores e se o desejo do LP se concretiza. Se assim for eu estou lá.!

Aí está o novo cd dos Corvos, "Corvos 3. Um cd duplo que vale bem a pena.
Tive a oportunidade de os ouvir, no passado domingo, na FNAC do Norte Shopping no Porto, e confesso que não fiquei nada decepcionado, antes pelo contrário, músicas cheias de força que nos levam a viajar por múltiplos cenários. Gostei.

Este é um álbum que me acompanha e acompanhou em muitas noites sem sono. Este é o albúm que deu o reconhecimento, definitivo, aos Radiohead. Este é o albúm que trouxe ao panorama musical uma nova forma de estar para e com a música. Este é um álbum que muitos gostam, e que muitos outros nem por isso. Este é um dos álbuns mais nomeados de 97.
Este é um dos álbuns que mais gosto.
Estive este fim de semana num bar, Café Concerto em POmbal, onde o Carlos Alberto Moniz esteve a cantar. Confesso que não tive muito atento à performance do artista, mas ao contrário de mim havia muita gente a aplaudir. Descobri, entretanto, que ele é açoreano e que tem orgulho de o ser e que não se cansa de promover a música popular dos Açores.
Não o ouvi atentamente, é certo, mas sei que tem orgulho naquilo que é. Para mim é razão suficiente para o aplaudir.
Nos entretantos para relaxar, e como isso é importante num final de dia de trabalho, nada melhor que ouvir música.
Recentemente, tive acesso a quatro álbuns desta colecção e ainda bem. Uma simbiose de estilos que, combinados, dão o ambiente perfeito para estar descontraidamente a fazer qualquer coisa, como por exemplo escrever.
Tenho assim o Budha Bar I, II, III e IV para ir ouvindo e apreciando.
Há dias assim.
Maria e Gil vão estar no Coliseu no Porto e eu, eu provavelmente não vou estar, mas sei que vou perder um espectáculo único. Ela irmã do Caetano, ele amigo de Caetano, Caetano fã de Gil e Maria. O que há para dizer? A juntar só mesmo o ministro da cultura brasileiro, aquele que contou e tocou com o secretário geral da ONU!
Nos dias de hoje parece-nos ser cada vez mais complicado adulterar a realidade, de manipularmos o que se passa à nossa vonta, mas será mesmo assim? Por amor isso parece ser possível, segundo o filme "Adeus, Lenine".
Mas não é concretamente do argumento do filme que quero falar é sim sobre a banda sonora que foi entregue a esse excelente músico, Yann Thiersen. Para aqueles que estiverem interessados em ouvir ou adquirir a obra recomendo que o façam através de importação directa de França, isto porque a banda sonora que está à venda em Portugal não tem todas as faixas do original francês, esse tem mais cinco faixas e apresenta um alinhamento diferente. Não sei o porquê dessa opçao da editora, mas seja como for penso que os audiofilos portugueses saem visivelmente prejudicados com esta política.
Quanto ao filme, que ainda não vi, parece-me que está muito bem cotado na crítica cinéfila, mas não é por isso que o quero ir ver, é pela magia da história, que sem querer me transporta para o Amelie. O mundo com histórias simples, de pessoas simples atrai-me. A ver vamos.
Ainda não consegui definir o que é que me lembra nem o que me faz sentir, mas é certamente um grupo a acompanhar. Suaves melodias, excelentes arranjo musicais, uma voz de sonho, delicada e surrurrante como na "If There is a Change" ou na "Explode" fazem delicias quando se ouve.
Talvez me recorde Aimee Man ou Portishead...não sei.
Entretanto fui visitar o site, CARDIGANS, e deparei-me com um blog! É verdade o site deles assenta no conceito blog mas, estranhamente, não é actualizado desde 21 de Julho.
É bom depararmo-nos com coisas assim e nos entretantos a minha casa é constantemente invadida pelos Cardigans, bem vindos!