Não posso deixar de referenciar este blog, WWWhat´s new? - novedades del mundo web 2.0. Uma visita obrigatória para quem quiser andar a par das últimas novidades do mundo da internet e seus recursos.

imagem em kamera
advance copy
aeki tuesday
digitale argasm
achtung baby
open deur
shes bitter
tuning fork media
scene stars
75 or less
coke machine glow
brooklyn vegan
soviet panda
torr
dream sof horses
collfer
silent up roar

imagem em pointblog
Esta é apenas uma referência a um blog que descrobri na blogosfera portuguesa e que é já uma passagem obrigatória, apesar de ter apenas uma semana e meia. A Arte de Blogar - como tornar blogs um sucesso brutal. É simples, directo e esclarecedor. Como convém.
Hoje dicidi aumentar a minha lista de blogs de mp3.
Aqui estão. A lista julgo que não vai terminar aqui...
little hits
jefitoblog
swedes please
muchmusic
aurgasm
3hive
each note secure
shake your first
one louder nyc
mystery and misery
acoustic wood
something i learned
4F
De facto a internet oferece uma imensidão de informação, para todos os gostos, exigências e ainda para satisfazer a curiosidade aos mais aguçados. Eu, depois de ter lido no último Blitz, uma referência a um agregador de blogs de mp3, andei a pesquisar e encontrei, quer o agregador, quer uma série de blogs que considero serem uma referência, contudo estes que vou aqui referenciar são apenas alguns dos muitos, de boa qualidade, que encontrei. Irei, certamente, continuar a explorar e aumentar assim a minha lista de referência. Apenas mais um ponto, nenhum é português, o que não quer dizer que não hajam bons exemplos, existem mas em menor número.
Assim:
elbo - agregador de blogs de mp3
six eyes
music for robots
said the gramophone
open dir
take your medicine
crome waves
indoor fire works
call me mickey
fun time ok
buddy head
you aint no picasso
pop sheep
gorilla vs bear
regn youth
tofu hut
tofuhaus
bazaar sounds
london lee
stereo gum
the prettiest pony
hype non standard - agregador de audio
the underground express
fat planet
i was there
blogotheque
mooka motel
impunite zero
oh no
pop text
New York é uma das cidades que gostava de visitar, sem dúvida alguma. Porquê? Pela sua multiculturalidade, pelo seu espaço, pela minha curiosidade...Mas enquanto isso não é possível então, e recorrendo às novas tecnologias, posso sempre fazer uma visita virtual e andar pelas ruas da cidade, como se estivesse mesmo lá, e isso tudo através do Virtual NYC Tour (Beta).

imagem em levykauppax

imagem em ateaseweb
Não há dúvidas que a música é capaz de mover vontades em torno de um objectivo comum. Esse exercício já foi visto por diversas vezes, com os mais diversos fins, e pelo que se pode ver apresentados resultados satisfatórios. Agora um grupo de artistas decidiu abrir "guerra" a um outro problema e lutar contra a morte de crianças resultado de confrontos armados, ou por outras palavras, Guerra.
Neste álbum podemos encontrar música dos Radiohead (inédita), The Coral, Keane (com o clássico, Goodbye Yellow Brick Road), Belle & Sebastian, Gorillaz (aqui com uma das músicas mais emblemáticas deste trabalho e do próprio grupo), Manic Street Preachers, Coldplay (também com uma excelente música), entre outros. Através do download e compra do álbum pode-se ajudar a causa.
Um excelente trabalho!

imagem em templeimages
Um dia destes estava a falar com uns amigos e lembrei-me de uns desenhos que gostava muito de ver na televisão, "Les Mysterieuses Cite d'or". Gostava porque sempre tive o desejo de um dia, quando fosse grande ser Arqueólogo e imaginava que um dia também iria descobrir um civilização perdida ou um qualquer objecto que tivesse algum valor para a humanidade. As viagens que se faziam a bordo daquele pássaro imponente, com Esteban - Filho do Sol, eram muito mais do que animação, eram delírios de emoção.
E com a conversa da série de animação, franco-nipo-luxemburguesa, inevitavelmente falamos da música do genérico (link para música em formato mp3) (link para letra da música) que não resisto a cantarolar, mas nunca chego minimamente próximo do original, aliás quando via a série julgo nunca ter percebido efectivamente o que dizia a letra.
O curioso é que parece que toda a gente se lembra de ver e de gostar. Mas quem não gostava?

imagem em docpresent

imagem em suburbanbliss
Quem é que nunca resolveu ou tentou resolver um puzzle, quem é que nunca comprou ou deu um puzzle, quem é que nunca se debruçou ou desesperou a fazer um puzzle?
Recordo-me de ter uma vez comprado um e de ter ido todo contente para casa para o fazer. Demorei algum tempo, pois tinha quinhentas peças e muitas pareciam tão iguais! Na altura tive ajuda, não pelo simples acto de ajudar, mas porque as pessoas compreenderam aquilo como um desafio e estavam ali comigo horas a fio. Houve ainda momentos em que me deu vontade de desistir e de colocar tudo outra vez dentro da caixa. Depois, ainda pela magia do puzzle, sei que ofereci num Natal qualquer, uma série de puzzles a amigos. Não sei se alguma vez os fizeram. Entretanto o outro momento complicado foi: o que é que vou fazer com ele, agora que está pronto? Pensei em várias formas de preservar aquela conquista, pois pelo trabalho que tinha dado era demasiado injusto colocá-lo de novo dentro de uma caixa e guardá-lo, colá-lo numa cartolina, deixá-lo em cima de uma mesa, com todos os riscos que isso representava, emoldurá-lo. Por fim a estratégia doptada foi deixá-lo em cima da mesa, e ele com o tempo foi perdendo peças até que decidi desmanchá-lo. Desde então nunca mais tinha tentado fazer um, até à passagem de ano deste ano. Contrariando todas as probabilidades, dei comigo a fazer, mais uma vez um puzzle, e mais uma vez um desafio de 500 peças, em que tantas eram iguais! Desta vez o tema era Mordillo, da outra tinha sido uma rua de Óbidos, e os desafiados eram demasiado teimosos para deixar aquilo por muito tempo. No dia a seguir, lá mais para a noitinha, estava pronto, e desta vez numa tentativa desesperada as peças que eram tão iguais, encaixavam onde era possível encaixá-las! Batota, não, simplesmente não aceitar uma desistência face a um simples puzzle. Mas sem dúvida que foi divertido, a procura de peças, o trocar de peças, ver a obra a nascer a tomar forma.
Aconselho a todos, nem que seja uma única vez a fazerem um puzzle, de 500 peças ou mais, aquelas que considerarem executável, e deliciarem-se com esse pequeno desafio. Pode não ser numa passagem de ano, pode ser numa dessas noites frias de Inverno, sozinho ou acompanhado, mas experimentem e testem a vossa paciência!
Esta sexta feira saiu a última edição do DNa. Durante 9 anos que aquele suplemento fez parte do DN, tendo como director Pedro Rolo Duarte. Durante estes últimos anos comprei muitas vezes, quer ao Sábado, quer depois à sexta, o Diário de Notícias exactamente por causa dos suplementos, o DNa e o Dn:música (anteriomente designado por Dnmais). Agora, e segundo as palavras de Pedro Rolo Duarte e de Nuno Galopim, fecha-se um ciclo, que terá nova vida, nova cara, novo design, novas áreas, novas notícias e que começa já nesta sexta-feira, dia 13 de Janeiro. Sinceramente espero que a qualidade do novo suplemento consiga acompanhar este, pois para mim é uma referência incontornável.
Mas sem dúvida que o último número é uma peça de colecção pois é apresentado um apanhado das melhores frases, organizadas por temas, dos últimos 9 anos de existência. Não imagino o trabalho que não deve ter dado a fazer este último suplemento, mas calculo que ao mesmo tempo foi um prazer e uma dor profunda. A vida tem que continuar!
Mas pelo que entendi estes dois suplementos não são os únicos que terminam, também a mítica Grande Reportagem termina, tendo saído este sábado, dia 07 de Janeiro, o seu último número, em que era possível ler um apanhado dos últimos anos.

imagem em homegrownmusic
"If you have been rejected many times in your life, then one more rejection isn't going to make much difference. If you're rejected, don't automatically assume it's your fault. The other person may have several reasons for not doing what you are asking her to do: none of it may have anything to do with you. Perhaps the person is busy or not feeling well or genuinely not interested in spending time with you.
Rejections are part of evereday life. Don't let them bother you. Keep reaching out to others. Keep reaching out to others. when you begin to receive positive responses then you are on the right track. It's all a matter of numbers. Count the positive responses and forget about the rejections."
É esta a mensagem que está no dvd, "Meeting People is Easy", um documentário de Grant Gee sobre os Radiohead.
Mais palavras?
Foi uma descoberta inesperada este dvd. Uma viagem no mundo com Radiohead. Concertos, entrevistas, ensaios, conversas, desafabos, pessoas, jornalistas, a vida por detrás dos bastidores, imagens, flashes, a preparação dos álbuns, o processo criativo, a crítica, o desassossego, a inevitabilidade dos fãs, as câmaras, as máquinas fotográficas, as músicas, a música, o grupo, pessoas, as viagens, os países, os recintos dos concertos, Japão, Nova York..., a língua inglesa, as cores, os sons, mais cores e tudo em 90minutos!
Depois de um ano à escuta, do que se ia fazendo ao nível da música, decidi hoje apresentar a minha lista. Praticamente os álbuns aqui apresentados já foram referidos em posts anteriores a este, e isso ia acontecendo à medida que ia descobrindo neles algo que me fascinava ou que simplesmente me sensibilizava. Outros pela descoberta recente não foram referenciados, mas julgo serem muito poucos. Seja como for compreendo que é sempre complicado fazer esta selecção, pois existe sempre um ou outro que não surge ou que o lugar não é exactamente aquele. Mas como tudo é relativo, também a minha escolha o é. E não é mais do que isso, a minha escolha!
Entretanto espero poder continuar a descobrir novos sons e pelo que já corre por essa comunicação social e pela internet, o ano de 2006 promete. Promete muito.
#17 | YOU SAY PARTY! WE SAY DIE!
Hit the floor

#16 | COCOROSIE
Noah´s Ark

#15 | TRISTEZA
A Colores

#14 | YANN TIERSEN
Les Retrouvailles

#13 | LORNA
Static Patterns & Souvenirs

#12 | WOVEN HAND
Consider the Birds

#11 | MICE PARADE
Bem-Vinda Vontade

#10 | NINE HORSES
Snow Bourne Sorrow

#09 | MADRUGADA
The Deep End

#08 | ARAB STRAP
The Last Romance

#07 | GOD IS AN ASTRONAUT
All is Violent, All is Bright

#06 | FINAL FANTASY
Has a Good Home

#05 | SIGUR RÓS
Takk

#04 | RUFUS WAINWRIGHT
Wanto two

#03 | COLDPLAY
Y&X

#02 | GORILLAZ
Demon Days

#01 | THE CORAL SEA
Volcano and Heart


imagem em sigur rós
Os Sigur Rós terminaram recentemente sua digressão e para celebrar a banda decidiu, e muito bem, disponibilizar através de sua página na internet o concerto que realizaram na capital do seu país, Reykjavik. Assim e para aqueles que quiseram fazer uma viagem, imaginária, até à Islândia e assistirem ao concerto, basta aceder ao link abaixo e escolher: windows media: 34k | 300k ou real media: 34k | 300k.
www.sigur-ros.co.uk//tour/2005/20051127.php
Sem dúvida que esta atitude é bastante interessante, considerando que assim evitam a proliferação do download ilegal e que ao mesmo tempo divulgam para a aldeia global o seu trabalho, sem que para isso a editora esteja a encaixar receitas astronómicas. Aliás convém referir que a banda através da sua página
disponibiliza ainda vídeos, imagens e músicas (algumas delas não saídas em álbuns!).

imagem em japandesign
Existem muitos livros que são apelativos quer pela sua capa quer pelo seu conteúdo, existem ainda livros que pela sua importância passam a ser imediatamente objectos de culto e outros ainda que, pela sua diferença, assumem preços de impossível compra. Contudo é possível encontrar quase todas estas características num único livro, excepto o preço insuportável, transportando o leitor para um mundo diferente, de desejo alcansável ou não, de cores imensas, de formas disformes, de toque irregular, de cheiro (?) inócuo, ou a papel novo (!), de utilidade presente ou futura, de uma imensidão de coisas que cabem apenas no espaço da imaginação. DESIGN DO SÉCULO XXI.
Entretanto irei explorá-lo de forma profunda e trazer para aqui aquilo que gostar mais!
Mais sobreTaschen, Benedikt Taschen
Benedikt Taschen, um alemão de 44 anos, cabeça raspada, irônico até o último fio de cabelo, é milionário a ponto de morar numa mansão em Colônia e ostentar uma das mais respeitadas coleções européias de arte contemporânea. Paradoxalmente, abomina gastar dinheiro com automóveis (dirige um Mercedes surrado) e tem uma relação distante com roupas. Gosta mesmo é de sua camisa amarela da Seleção Brasileira. “Adoro o futebol do Brasil”, disse à DINHEIRO. Benedikt é uma dessas figuras que misturam ricas histórias pessoais com espertas sacadas comerciais, gosto pelo belo e prazer pelo bizarro. Um pouco, a rigor, como sua grande invenção, de 25 anos recém-completados. É a Editora Taschen. Faça o teste: 9 entre 10 dos livros mais bonitos e surpreendentes de qualquer livraria levam o selo alemão. Eles têm sexo, têm poesia, telas de Picasso e cenas dos filmes de Stanley Kubrick, artigos do malucão Hunter Thompson e fotos feitas com máquinas Polaroid, o interior das casas suecas e o exterior das obras de Frank Lloyd Wright. São livros que podem exibir porcelanas da dinastia Ming mas também brinquedos de latão da antiga Alemanha Oriental. A regra, se é que ela existe, é única: os volumes devem ser atraentes. De resto, vale tudo. “Quem gosta de ver livros certamente os lerá em seguida”, diz Taschen. Induzido a comentar o tom sempre provocativo do catálogo, ele crava: “Não creio que seja assim, a não ser que entendamos a expressão provocativa como algo que provoca extremo prazer”.
A Taschen publica em mais de 20 idiomas. Já possui livrarias próprias, com desenho do indefectível Philip Starck, em Paris e Los Angeles. É uma história de sucesso que nasceu da paixão de Benedikt por histórias em quadrinhos, assunto no qual ele mergulhou depois do suicídio do irmão, de 22 anos. Ele tinha apenas 8. O amor pela leitura o levou às coleções e, mais tarde, ao comércio de revistas. Em 1984, com dinheiro emprestado pela família, ele pôs nas prateleiras um cartapácio com as telas de Magritte. Foram vendidos mais de 40 mil exemplares. Nesta trilha colorida, a Taschen virou sinônimo de edição elegante. Podem ser os pequenos livros da série Icons, vendidos a 6,99 euros, ou o livrão de 34 quilos dedicado ao pugilista Muhammad Ali, o GOAT, negociado a mais de 10 mil euros. Chamá-los de livros, muitas vezes, é muito pouco. Um título gigante, Sumo, com as fotos de Helmut Newton, vinha com uma mesa para apoiá-lo no canto da sala. Em um leilão de caridade realizado em 2001, o volume número 1 foi vendido por US$ 300 mil. “Nosso segredo é publicar livros a respeito dos mais variados assuntos, sem preconceito”, resume Taschen. É um trabalho de minúcias, em 2005, semelhante às firulas daqueles que, logo depois de Gutemberg, produziam edições com iluminuras. Um único tema, frisa Benedikt, não entra no prelo da Taschen. Pode soar como mera idiossincrasia, e deve ser, realmente, mas não há ali obras com receitas de comida.

imagem em overstock
Desde sempre ouvi a falar dos ABBA como sendo uma referência obrigatória quando se falava de música. Lembro-me de ouvir as músicas na rádio e videoclips na televisão e de frequentemente sairem compilações, best of ou the very best, do grupo. Lembrou-me de cantarolar algumas músicas e de achar sempre muita piada às roupas que o quarteto vestia, mesmo conseguindo adequar o grupo à década de existência que, excelentemente, representaram e que influenciaram.
Mas como tudo muda em algum momento, dei comigo a querer saber mais sobre o grupo, mas essencialmente, a querer conhecer as músicas que gravitavam lá longe no tempo. E assim aconteceu, como que por encadeamento de acasos, o cruzar-me com várias compilações do grupo, primeiro a compilação, em cd duplo, Abba - The Definitive Collection e logo a seguir o dvd Abba Gold - Greatest Hits, e o marcar de forma vincada o final de 2005. Quem diria!!