O dia termina com o sol no horizonte e eu longe de tudo descanço. As férias são assim, distantes, não tão longas como desejaria, mas retemperadoras...já as imagino assim. Entretento vou organizando os sons que me acompanharão e daqui a um tempo voltarei. Até breve.
A internet é farta em bons sites, mas quando se descobre um que é diferente dos outros, para melhor, então é impossível ficar indiferente. A página de billy harvey serve para o autor apresentar de forma interactiva a sua música. Podemos ouvir as músicas, mudar o cantor de cenário ou então viajar pelas fotografias, deixando a música a correr, e à medida que nos afastamos a música vai ficando mais baixa, dando a sensação de distância face ao cantor. Mas o melhor é mesmo ver e ouvir a música.

imagem em mtv.pl
Vai ser no Pavilhão Atlântico e as imagens não serão muito diferentes desta. Emoção ao rubro. O bilhete já está comprado. Agora resta esperar para assistir, provavelmente, a um dos melhores concertos do ano de 2005.

imagem em chalkart
Quantas vezes vamos pela rua e distraídos não reparamos em nada do que se passa à nossa volta? Quantas vezes passamos pelos mesmos locais e um dia, quando vamos mais atentos, percebemos que existe algo que para nós é novo, e questionamo-nos se aquilo já existia ali? Quantas vezes olhamos para o chão e tudo nos passa despercebido? Muitas.
Contudo existem algumas pessoas que alteram, de forma fabulosa, o chão que pisamos e o transformam em verdadeiras obras de arte.
No nosso país não é normal ver estas manifestações, contudo em algumas cidades, como é o caso de Coimbra e de Lisboa, é possível presenciar estas manifestações de arte. Recentemente na Viagem Medieval, em Santa Maria da Feira, e mais uma vez passando despercebido à grande maioria, foi possível ver um grupo de pessoas a promover esta iniciativa.
Claro que existem muitas formas de o fazer, mas extra fronteiras já se fazem concursos, feiras, certames, encontros... do pavement art ou do street paiting.
Aqui podem-se ver algumas, muitas, das obras primas que referia. São indiscutivelmente fantásticas.

imagem em epinions
Já não é novidade nenhuma o IKEA. Penso que todos conhecem esta marca planetária. Com a loja em Lisboa e com a previsão para uma no Porto, a abrir em 2006/2007, Portugal vai ficar com uma boa cobertura e assim responder às várias solicitações dos nossos vizinhos espanhóis. É curioso ver a estatística que os caixas fazem quando estamos a pagar. Eles solicitam o código postal para assim ficar registado o local de proveniência do comprador. Engenhoso e uma importante ferramenta dos sistemas de apoio à decisão, pois é com esses registos que eles sabem que é rentáve abrir uma loja na zona norte do país.
Mas até aqui nada de novo.
O que interessa é perceber esta globalização de uma marca que tem como seu proprietário, Ingvar Kamprad, um dos homens mais ricos do mundo, e continua a conquistar cada vez mais adeptos. Não deixa de ser curioso ver famílias inteiras a ver e discutir o que é mais bonito, mais prático, mais barato ou caro.
Eu, eu já estou conquitado há muito e continuo a gostar de lá ir e ver todas aquelas cores, aquelas soluções, aqueles arranjos, aqueles objectos. Não me canso. IKEA, yes IKEA.

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Através da Filter Magazine é possível ter acesso a informação actualizada sobre o que se passa e o que se vai passar no mundo da música, sendo mesmo possível assinar uma newsletter e ficar assim de mesmo tudo. São ainda disponibilizados videos e músicas de diferentes grupos, conhecidos ou não. Foi assim que ouvi um grupo que não conhecia e desde então passei a ser fã da música referida na mag "Don't Push", da banda The Exit. Este grupo, vai editar o seu segundo álbum em Outubro deste ano, com o título, "Home for an island" e pode-se ver no site o video da música que referi.
"A REVOLUÇÃO DE HOJE É O SISTEMA DE AMANHÃ. DESISTAM."
in revista OP [visões da matéria], #16, páginas centrais

imagem em varian
O clip paper, vulgo clip para papel, foi inventado em 1899 pelo norueguês Johan Vaaler, que imaginou uma peça de arame dobrado, que veio depois revolucionar a forma de segurar documentos. Antes disso já se tinham dado passos largos nesse sentido, conforme se pode constatar neste texto da Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing , e onde se pode ter acesso a um estudo bastante interessante sobre a utilização dos clips. A imaginação é imensa.
O curioso é pensar de que forma é que este pequeno objecto veio mudar o nosso mundo. Agora eles existem com diferentes cores, tamanhos, formas, materiais e até mesmo cheiros e servem para agarrar não só documentos mas toda uma série de outros objectos, igualmente pequenos.
Acho curioso saber a história de alguns dos objectos com que lido no dia a dia. Alguns são necessários outros acessórios mas todos têm a sua utilidade, nem que seja breve. Esses objectos vieram permitir melhorar quer a nossa qualidade de vida quer transformá-la numa existência menos penosa e até mesmo mais colorida.
O interessante é imaginar como é que foram pensados, se nasceram para dar resposta a alguma necessidade ou se, simplesmente, foram criados por puro prazer ou acaso.
Claro que surgem também outro tipo de questões. Quem precisa realmente deles, qual o nosso grau de dependência desses pequenos inventos, qual a sua real necessidade, quem sobrevive à custa das patentes registadas? Um sem número de questões sem resposta aparente ou pelo menos imediata.
Pretendo pois apresentar aqui esses pequenos inventos, pequenos objectos e desafiar os que aqui param a dar pistas de objectos que de alguma forma mudaram o rumo da realidade. Não falo de barcos, aviões, armas ou fatos de astronauta, falo de um clip paper, de um raspador, de um abre latas, de um zip, ou zippo.
Fora os clássicos pequenos inventos, pequenos objectos existem os modermos, com diferentes aparências, formas, cores e texturas e também esses serão aqui abordados, explorados, apresentados.
É pois um pequeno exercício com gozo.