Depois de umas viagens em busca do novo e diferente descobri que muito se faz em Portugal no campo da divulgação musical, e não só. Além das revistas, suplementos e jornais que a maioria conhece existem por aí alguns espaços perdidos mas de interesse. A serem novidade para mim, não quer dizer que o sejam para os restantes, mas mesmo assim arrisco-me a divulgá-los:
http://www.aputadasubjectividade.net
http://www.123som.com
http://www.forumsons.com
http://www.divergencias.com/
http://www.rizoma.net
Para quem é fã da música dos anos 80 e espera encontrar e ter toda a informação possível e imaginária eis aqui um sitio digno de passagem e de registo.
Boas memórias!

Na minha tentativa de ouvir sons que não estejam nas playlists das rádios encontrei os The Servant com o album "The Servant" editado já este ano de 2004. A música é cheia de força e com uma sonoridade um pouco diferente, pois tem uma mistura de diferentes estilos embora "beba" muito de pop electrónico.

Numa possível tentativa de ir ao encontro dos fãs os Sigur Rós apresentam um EP com 3 faixas;
track 01. Ba Ba - 06:12
track 02. Ti Ki - 08:49
track 03. Di Do - 05:42
Certamente e para não fugir à regra serão 20:03 de puro deleite.
Parece que os Cure estão de volta, passados quatro anos, com um novo album de originais. O público português que os vai poder ver no festival de Vilar de Mouros no próximo dia 17 de Julho, pode já ouvir as faixas que compõem este trabalho, que ao que parece vai ter um nome muito simples, The Cure.
Agora é esperar para ver e ouvir.
Os dias que passam estão cheios de realidade e por vezes todos sentimos a necessidade de um escape, de uma alternativa, que pode ser gozada das mais variadas formas. O Festival Internacional de Teatro de Rua, IMAGINARIUS, em Santa Maria da Feira oferece exactamente isso. De 9 a 11 de Junho as ruas vão encher-se de gente, e a fantasia vai aparecer de onde menos se espera, com fogo, com música, com imagens, com marionetas...com aquilo que a nossa imaginação provavelmente nunca sonhou mas que pode ser transportada para a realidade.
São milhares de pessoas que espontaneamente se reúnem e afluem à Feira para saborearem seus momentos de ilusão. Afinal a ilusão também faz parte da vida.
ando um bocado farto da música que toda a gente ouve, da música empacotada, da música das massas. quero ouvir coisas diferentes mas também não consigo definir muito bem o quê. tiro à sorte nomes que em dado momento me causam alguma simpatia e oiço e chego à conclusão que não eram bem aquilo que procurava. será que acontece isto a toda a gente? será que é uma crise de identidade musical? porque é que me acontece agora a mim? Não sei.
Sei que sinto essa vontade e com ela me vou perdendo.
cada dia que passa aproxima-se rapidamente do seu ocaso...mudam-se as cores e com eles as pessoas e os seus cheiros e as suas formas e o sua forma de olhar. eu olho agora as coisas com cansaço, mas parece que é todo um país, um país cansado de olhar para si e para os outros, afinal são sempre os outros que estão melhores que nós.
O site da revista Mondo Bizarre (revista portuguesa de música) vale a pena ser visitado nem que seja pela excelente agenda que apresentam sobre concertos a realizar no nosso país. Mas há mais, muito mais!

Comecei a comprar os cd´s que saem com DN, resultado de uma parceria deste jornal, TSF e a nova editora portuguesa Transformadores e ainda bem. O cd desta semana é de um grupo, para mim completamente desconhecido, os FLUX. Uma óptima e agradável surpresa. Pode ser que sejam o próximo grupo na berra, pois o som que apresentam está bem elaborado. A seguir.
FLUX ,a. 1.corrente a. 2.qualquer descarga normal de fluidos do corpo humano. 3.flutuação contínua. 4.sub-stância utilizada para induzir a fusão de metais e minerais.
Banda de Lisboa formada em 2001.
Após dois anos de intenso trabalho, os Flux vão finalmente apresentar o seu novo CD, ‘Roulette’.
Sendo zonsiderados uma das revelações do ano de 2003, o tema ‘Joe Bigod’s Co k Dan e’, single extraído do
long-play ROULETTE, é um exemplo claro do universo musical do grupo estando já a rodar em playlist na
Antena 3.
Sendo um grupo excepcionalmente vocacionado para concertos ao vivo, este disco abre perspectivas para um
novo conceito de espectáculo que o grupo se encontra a preparar.
Colaboraram ainda na banda sonora do filme “Radio Relâmpago” de José Nascimento.
FLUX:
richard redroso guitarras
roland cernavoda teclados
samuel palitos bateria
nuno g.m. voz
manuel costa baixo
fonte: transformadores
Fui ver o Kill Bill Volume 2 sem ter visto o Volume 1. Confesso que, ao contrário da crítica, não apreciei particularmente, mas a banda sonora é qualquer coisa de diferente...só por isso valeu a pena.
O Diário de Notícias continua na sua senda de promover a música e de facturar mais umas coroas. Agora lançou a dvdteca, uma colecção de 18 dvd´s que abrande o pop e o rock. Pessoalmente já estive a fazer a minha selecção e nem com o dvd como oferta final me tento a fazer a colecção toda.
The Cure - Triloggy
Inxs - Live baby live
Pretenders - Loose in L.A
Suede - Introducing the band
Music for Montsserrat
Janet Jackon - The velvet rope
The Cult - Pure Cult
E epoca dele e se fosse possivel andava a persegui-lo constantemente...
Neste momento estou numa biblioteca. Ha muito que nao vinha aqui, a esta em particular e e interessante o mundo que tem dentro. De repente vejo uma colega minha de escola, provavelmente ja nao se recorda de mim, mas eu lembro-me perfeitamente dela, alias era dificil que assim nao fosse. Era a mais pequena da turma e estava sempre a faltar, ia tres vezes por semana fazer tratamentos de hemodialise e passados muitos anos vejo que esta bem, fico satisfeito.
Mais ao fundo vejo outro rosto conhecido, aqueles rostos com quem nos cruzamos diariamente mas nao sabemos o nome. E ha mais pessoas na sala, uns a estudar outros simplesmente a passar o tempo.
Fico satisfeito de o horario ser alargado, de nao fechar sexta-feira as dezoito horas e so reabrir segunda-feira as nove da matina. Afinal uma biblioteca oferece tanto.
As feiras do livro estão aí para aliciar os portugueses a comprarem "cultura".
O Porto, apresenta a sua no Pavilhão Rosa Mota e Lisboa no Parque Eduardo VII, e são sempre milhares de visitantes que se esperam. Fazem-se directos para a televisão e a rádio a fim de sensibilizar as pessoas a irem, a irem procurar aquele livro que há muito desejavam comprar...fazem o seu serviço público.
Mas o que torna interessante as feiras do livro são os preços, ou melhor os pseudo-preços de feira que se fazem. Já tive oportunidade de visitar várias e curiosamente o único sítio onde encontrem livros realmente baratos, foi numa feira do disco, que se realizou já neste ano de 2004, em Coimbra, fora isso os livros continuam a ser caros...
É certo que os livros do dia apresentam-se sempre como tentadores e aí talvez se vendam mais uns quantos.
Mas estas feiras são sempre importantes pois para além de promover o livro, promove també outros "formatos" culturais e aproxima o público do seu (sua) escritor@ preferid@.
É pena que os livros não tenham um valor mais estimulante...se assim fosse também eu comprava mais.
Começa o Verão e com ele os festivais. De norte a sul reúnem-se grupos para todos os gostos apoiados por todo o tipo de empresas e instituições. O povo agradece pela variedade mas o bolso não aguenta o desbaste. Eu pessoalmente gostava de ir ver alguns grupos, mas não tenho dias de férias para tanto.
Agora é só escolher e anime-se a festa.
Eis um blog pleno de gosto, actual e leve.
A crítica é algo de pessoal. A crítica pode ser abrangente e focalizada. A crítica é um gosto, de gosto ou desgosto.
São e sempre foram muitos aqueles que aparecem como críticos reconhecidos e merecedores de atenção. Mas quem lhes dá esse valor, quem os reconhece, quem os ouve e porquê?
A crítica em que é que nos transforma e porque é que nos transforma? Seremos em algum momento críticos de nós próprios ou seguidores dos críticos?
A crítica por si é subjectiva portanto não é reveladora de caminho alternativo. É por vezes castradora e limitativa para quem a considera.
A crítica é uma constante mesmo que não seja encomendada e regularmente ganha forma de descrédito.
A crítica é poder e contra-poder.
Ela é necessária? Depende das consciências, depende da sua interiorização.
A crítica é uma moda, transversal às diferentes realidades, permanente porque dela depende, muitas vezes o mediatismo.
A crítica também se auto-alimenta e poupa muito tempo e energia a quem quer aceitar o prato formatado, é bem mais fácil.
...
Inventa-se formação.
A formação não esclarecedora, profissional e rigorosa pode influenciar negativamente o crescimento pessoal ou institucional.
A formação deve ser contínua, reflexiva e dinâmica. Não pode ser monótona e estática. Deve-se ajustar às necessidades dos públicos alvo e do meio-ambiente. A formação forma e informa, não é somente um meio de transmissão de conteúdos. A formação está na nossa vida na medida em que a quisermos apreender. A formação deve ser acessível a todos, de forma gratuíta ou a custos calculados...
Ou se é naturalmente ou se constrói essa imagem.
Ser líder pode dar prazer ou pode ser um cargo ou simplesmente pode dar poder. E o que é esse poder, para que serve, como se conquista, como se mantém, a que custo, para quê, quem são os líderes, em que áreas e o que lideram, será que lideram bem ou mal...?
Estar só é num determinado momento uma necessidade, depois um objectivo depois um flagelo, uma doença, um distúrbio social:
estar só no meio da solidão, estar só com outra pessoa, estar sozinho só.
As queimas estão a chegar ao fim, a última deste ano é em Fafe, e eu tive a oportunidade de ir até uma, ao Porto. Acidentalmente assisti a uma parte da serenata mas confesso que não há nada como a de Coimbra, e pelo que sei este ano mudou de residência. E porque é que a de Coimbra é melhor? O silêncio que envolve a Serenata Monumental é arrepiante, invade a alma e transporta-a para longe, para a memória, onde as imagens refletem a vida. Falo com saudade.
Muito se tem falado dos direitos de autor, sobre as noticias, fotos e afins que os blogs utilizam, mas temos que lembrar que também informações dos blogs são utilizadas pelos diferentes órgãos de comunicação social e quanto a isso parece estar tudo pacífico.
Vamos ver se entrámos numa nova "guerra" com a comunicação social "tradicional" e as novíssimas formas de comunicação. Aliás o tema não é novo e não será agora resolvido.
faço uma pequena paragem aqui antes de ir dormir. não quero dizer muito, aliás acho que nem quero dizer nada, apenas escrevo pelo prazer de ler as palavras, não procuro sentido para elas, afinal são tantas as vezes que tudo parece desprovido de sentido.
as palavras que aqui aparecem são gravadas em casa através de um teclado e aparecem como que por magia num ecrã branco, também ele já com uma série de palavras espalhadas...mas eu até nem sou mágico... aliás imagino os mágicos como pessoas cheias de sonhos e de alguma forma tristes, ora eu não me considero triste...embora por vezes me sinta assim.
vou então fazer parar as palavras e dar-lhes descanso, silenciá-las, abafá-las até ao dia seguinte e desejar-lhes bons sonhos, como se fazem com as crianças, e amanhã tentar agarrá-las e levá-las para longe...para o mundo do real e da fantasia.
continuo sem computador em casa stop não sou apologista de passar o dia no trabalho a teclar stop não me sinto bem a fazer isso stop acho que muita gente o faz stop mas cada um sabe de si stop entretanto já "diagnostiquei" o problema stop vai ser arranjado brevemente stop regresso em breve stop
Ontem fiquei sem computador, ontem estava com vontade de escrever mais algumas coisas que me iam na alma, outras que tinha vivenciado, outras que tinha ouvido, visto ou que me tinham contado, ontem tinha muita cousa na ponta dos dedos, mas os meus dedos apagaram um ficheiro no meu computador, essencial para o arranque, e agora estou sem ele.
Em breve o assunto estará resolvido a aí terei hipótese de voltar à tecnologia, útil, mas em parte perigosa.
Quanto ao almoço dos blogs que se realizou no Porto, muito tenho a dizer e aprendi mais umas coisas e uma delas é que, como em tudo, isto dos blogs também tem que ser uma coisa feita com prazer pois se for por obrigação perde toda a magia...